quinta-feira, 17 de abril de 2008

Opiniões sobre pesquisa de células-tronco

Lenize Aparecida Martins professora-adjunta do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB)
Lenize: "O embrião é um indivíduo, inclusive na sua primeira fase de desenvolvimento".

Para a especialista, há um embasamento científico claro de que a vida humana começa na fecundação.”No primeiro momento, na fecundação, já estão definidas as características únicas de um indivíduo.Todas as suas características genéticas estão reunidas, portanto, o embrião já é um indivíduo, sem cópia igual”, defendeu.

Para Lenize Aparecida, os termos “pré embrião”e “montinho de células” não existem: “Se o embrião não é um ser humano desde a sua primeira fase de desenvolvimento, o que ele é? A que espécie ele pertence?”, indagou.



Cláudia Maria de Castro Batista, professora-adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Cláudia Batista: “Somos humanos a partir do momento da fecundação e a dignidade humana está lá, intrínseca”.Para a especialista, a vida humana é um processo contínuo, coordenado e progressivo que começa a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozóide. "A mudança que passamos ao longo da vida é apenas funcional,e não genética”, afirmou.

Cláudia Batista citou Robert Spalmann, professor emérito de filosofia da Universidade de Maunchen: "Spalmann diz que a primeira célula que surge da fecundação é viva, já é vida. É a fecundação que permite que o desenvolvimento do indivíduo seja disparado", afirmou.

Sobre os que argumentam que o zigoto é um ser humano em potencial, Cláudia analisa: "O começo da vida está no início do início do processo e não no início do final, ou seja, temos que respeitar o ser humano a partir da fecundação.A sustentação desta afirmativa é biológica e o argumento é racional", afirmou.


(Projeto Ghente)

Nota: Interessante como existem pessoas abençoadas e conscientes e outras que simplesmente ignoram seu Criador.[RPC]

Algumas reflexões sobre células-tronco

Ao começar a refletir sobre estes temas tão polêmicos, gostaria de afirmar que a Igreja defende a pesquisa científica, sobretudo quando se pensa que essa pesquisa pode nos levar à cura das doenças que afligem a humanidade.

O que a Igreja quer frisar é que a ciência também tem de respeitar os direitos do homem. Não se trata, aqui, de defender a vida a partir de argumentos de fé. Trata-se de usar a razão para defender o valor absoluto de cada pessoa humana.

Quando a pesquisa científica diz respeito à vida humana, os limites devem ser definidos de maneira muito clara, para evitar que se manipule a vida de um ser humano desprotegido em favor de outro ser humano mais favorecido.

Não devemos ter medo de pôr limites à ciência. Devemos ter medo, sim, de uma ciência que, sem reconhecer limites éticos, acaba pondo em risco a vida humana com os desequilíbrios que provoca no sistema ecológico, nos relacionamentos entre ricos e pobres, e com sua participação na produção de armas.

Voltando ao problema da pesquisa com células-tronco, é evidente que essa pesquisa representa uma grande possibilidade para o desenvolvimento da ciência médica. Uma coisa que não se comenta é que todos os tecidos do corpo humano produzem células-tronco. Os especialistas em medicina celular sabem que pesquisas com células-tronco de tecidos adultos já deram resultados muito melhores, porque menos sujeitos a produzirem tumores.

Seja como for, por que a Igreja é contrária à utilização de células embrionárias? Porque o embrião é um ser humano em sentido pleno. Não se pode usar a vida de um homem para tratar a vida de um outro. Qualquer ser humano, rico ou pobre, jovem ou velho, de qualquer raça, tem um valor absoluto.
O problema, então, é reconhecer que o embrião já é um ser humano.Quem define quando é que a vida começa? Pela própria ciência se pode chegar a uma conclusão clara: quando o espermatozóide se une ao óvulo, nasce o embrião em sua primeira fase. O embrião, nesse momento, já está completo. Contém em si todas as informações necessárias ao novo ser humano. O que falta é apenas o tempo e a alimentação da vida para que chegue a seu pleno desenvolvimento.

Mais uma vez, quero frisar que não estou usando argumentos "religiosos" ou de fé para chegar a essa conclusão: é só olhar para o estágio de desenvolvimento da própria pesquisa científica. Poderíamos nos perguntar por que muitos cientistas reconhecem esse fato, ao passo que outros tantos não o reconhecem.

O ponto em questão é aquele pelo qual iniciei esta minha reflexão: deve a ciência respeitar limites éticos ou o que se deve é defender seu progresso a qualquer custo? É a ciência que está em função do ser humano, de cada homem, de cada mulher e não o ser humano que está em função da Ciência.

A mídia tem explorado os testemunhos de portadores de doenças crônicas para as quais ainda não existem tratamentos que, justa e honestamente, buscam a cura para seus males. Esses testemunhos muitas vezes visam sensibilizar a opinião pública no sentido de se obter a rápida aprovação de leis que autorizem os cientistas a utilizarem embriões humanos como se isso pudesse "apressar" os resultados desses trabalhos de pesquisa, o que não é verdade porque as pesquisas com células-tronco retiradas de outros tecidos humanos (placenta, medula, entre outros) continuam se desenvolvendo a passos largos, no sentido de se alcançar os benefícios para a saúde de todos, o que é também o anseio da Igreja.

O que fazer com as pessoas doentes que poderiam esperar ser curadas a partir do uso da vida de embriões humanos? É preciso cuidar delas. Tenho certeza de que ninguém quer salvar sua vida à custa da vida de outro homem inocente.
Vando Valentini
Coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC/SP

Nota: Queridos, sejamos conscientes daquilo que Deus nos ensina em suas sagradas escrituras e tenhamos cuidado com a mídia que deturpa e destrói a cada dia esse nosso entendimento. Que Deus nos dê sabedoria para lidarmos com essa delicada situação, pois a matéria prima que os cientistas querem utilizar não tem preço. Deixo aqui uma pergunta .. Quanto vale a sua vida? [RPC].

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Milhares de peixes agonizam no Gravataí

Mortandade é conseqüência da poluição e da falta de oxigenação nas margens do rio.

Canoas - A grande quantidade de esgoto depositado in natura no rio Gravataí está tornando a sobrevivência de milhões de peixes praticamente impossível. Na manhã desta terla, a falta de oxigenação da água causou a mortandade de espécies como lambaris, brancas, birus e tilápias, as mais sensíveis, e cascudos, pintados e jundiás, que, após a chuva do final de semana, migraram para as margens do rio. "Mais uma vez, a poluição deixa a vida no Gravataí ameaçada. Já contabilizamos a morte de milhares de peixes. Se a própria ação da natureza não mudar as correntes dos ventos ou trazer novas chuvas, prevemos uma tragédia maior que a mortandade no rio dos Sinos", anuncia o presidente da ONG Associação de Pesquisa e Técnicas Ambientais (Apta), Clóvis Braga.

Segundo o ambientalista, durante o verão - em função do calor - a situação do rio piora pela falta de chuvas. "Neste período, o oxigênio das água atinge nível zero porque o esgoto se concentra nas margens. A chuva do último domingo trouxe vida ao rio (aumentando o nível de oxigênio). Isso fez com que os peixes subissem o Delta do Jacuí em direção à cabeceira, no ponto de confluência entre a ponte de Cachoeirinha e o arroio das Garças", explica Braga. Em função do vento leste, as águas neste trecho de cinco quilômetros baixaram para o nível normal na madrugada de terça-feira.

Por volta das 10 horas, uma equipe da Fepam se dirigiu até o arroio das Garças, no bairro Rio Branco, para avaliar a situação. No local, técnicos ambientais coletaram amostras de água e peixes para investigar o motivo da mortandade. O trabalho teve continuidade à tarde. Dois amostradores da Fepam mediram os níveis de oxigênio e coletaram peixes em cinco locais do rio, no trecho de cinco quilômetros entre a ponte da BR-116, em Canoas, e da BR-290, em Cachoeirinha. A medição foi acompanhada por técnicos do Serviço de Emergência Ambiental da Fepam, em lancha cedida pela Apta.

(ZipTop)

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Obstáculos

Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado, e inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o vôo, será um prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.

O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso completamente plano, tudo que ele conseguirá fazer é procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.

Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto atirar-se contra o fundo do vidro.

Há pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima. Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima!

Deus é a solução de TODOS os problemas.

Creia em Jesus e no poder redentor da Cruz.

O Senhor morreu para que você tenha vida abundante. Nunca duvide disso!

Olhe para o alto e busque a Deus.

Dobre seus joelhos e derrame seu coração ao Senhor Jesus. Deus nunca deixa de responder àqueles que vão até Ele. "Clama a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes." Jeremias 33:3

Vírus de computador já são mais de um milhão

É o que revela um estudo da empresa de segurança na internet Symantec. A maioria destes vírus foi criada nos últimos doze meses.

Os "cibercriminosos" criam novos programas maliciosos a fim de enganar o rastreamento dos antivírus. De acordo com a Symantec, no segundo semestre de 2007 quase meio milhão de novos vírus foram identificados. Em todo o ano passado detectou-se mais de 700 mil deles pela primeira vez.

O estudo contabilizou exatamente 1.122.311 vírus circulando pela internet. Entre a grande variedade deles, os chamados keyloggers são capazes de registrar o que se digita no teclado e se ativa quando o usuário entra em determinados sites.

(Opinião e Notícia)

Nova tecnologia simula o tato através do computador

Uma nova técnica, conhecida como haptics, reproduz o sentido do tato em computadores e celulares por meio de comandos eletrônicos, permitindo sentir as propriedades físicas e os movimentos dos objetos representados na tela.

No mês passado, a Samsung lançou na Coréia do Sul um telefone celular touch screen, como o iPhone. No entanto, ao pressioná-lo, o usuário tem a sensação é a de estar apertando teclas convencionais, daquelas que se movem.

Quando utilizada em computadores, a nova técnica tem inúmeras funcionalidades. Permite, por exemplo, que um jogador de videogame, numa cena de luta, sinta os golpes ou tiros que seu personagem recebe na tela no local exato do corpo onde eles foram desferidos. Para isso, basta estar equipado com um colete especial

(Opinião e Notícia)

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Cientistas transformam células de pacientes em células-tronco

Cientistas americanos retiraram células da pele de pacientes com oito doenças diferentes e as transformaram em células-tronco.
A pesquisa realizada pela Harvard Medical School, dos Estados Unidos, indica que os cientistas estão agora mais próximos de usar células-tronco dos próprios pacientes para tratá-los.

As células foram criadas a partir de tecidos de pacientes com males como doença de Huntington e distrofia muscular.

As chamadas células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês) são células adultas criadas para agir como células embriônicas, ou seja, têm a habilidade de desenvolver em qualquer célula do corpo humano.

As células dos tecidos retirados dos pacientes são induzidas a retornar à sua forma embriônica e, depois, redirecionadas para se tornarem células específicas de cada órgão.

O pesquisador Willy Lensch, da Harvard Medical School, disse que a técnica tem um potencial incrível e poderia ajudar os cientistas a entender os primeiros estágios de doenças genéticas.

Em princípio, essas células poderiam ser usadas para tratar várias doenças, desde diabetes à doença de Parkinson.

Além disso, a fórmula evitaria a controvérsia hoje existente em relação às células-tronco criadas a partir de embriões.

Nota: Agora sim estamos no caminho certo. Finalmente estamos pensando em salvar vidas e não em tirá-las. Que Deus nos abençõe e nos dê muita sabedoria. Paz de Jesus.

domingo, 6 de abril de 2008

A Borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo. Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha asas amassadas.

O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, com sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não seríamos tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

“Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.

Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.

Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar.

Eu pedi amor... e Deus deu-me oportunidades.

Eu pedi favores... e Deus deu-me deveres.

Eu não recebi nada do que pedi... mas, eu recebi tudo que precisava”.

Que Deus Todo Poderoso derrame bençãos sobre todos nós.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Os índios querem recompensa

Os índios, ribeirinhos e outros povos da floresta querem receber alguma recompensa por cuidarem bem da vegetação nativa. Só os índios têm reservas que somam 21% do território amazônico. Eles estão reunidos para organizar essa demanda no workshop Latino-Americano Mudanças Climáticas e Povo da Floresta, em Manaus. O evento reúne representantes de etnias de dez países latino-americanos (Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Nicarágua, Venezuela, Suriname e Panamá). Eles querem sugerir um mecanismo de transferência de recursos para o acordo internacional do clima que vai substituir o Protocolo de Quioto em 2012.

“Hoje, todo mundo pede socorro para salvar o planeta” diz, Jecinaldo Sateré, presidente da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia (Coiab).“Mas continuam a criar PACs, com projetos de grandes hidrelétricas e outros que nos afetam diretamente. Falta consciência à sociedade e mais prática e menos discurso aos governos. Nossos território são o que há de mais sagrado e o defenderemos como se fosse a nossa mãe.”

(Blog do Planeta)

terça-feira, 1 de abril de 2008

Meteorito poderia estar por trás da lenda de Sodoma e Gomorra

A trajetória de um meteorito e sua posterior explosão em 3123 a.C. poderiam explicar a lenda bíblica da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra em meio a uma chuva de fogo e enxofre, segundo um cientista da Universidade inglesa de Bristol.

A descoberta ocorreu depois de ter sido decifrada uma tábua de argila do Museu Britânico que tem inscrições cuneiformes e que data de 700 a.C, trabalho realizado por um professor de Aeronáutica da Universidade de Bristol, Mark Hempsell.

Em entrevista à Agência Efe, Hempsell indicou que o deciframento da mensagem da tábua de argila permite explicar alguns eventos ocorridos na primeira etapa da Idade de Bronze.

Nela, um escriba copiou as observações feitas por um astrônomo sumério em 29 de junho de 3123 a.C., entre as quais se encontra a trajetória de um asteróide antes de impactar com a Terra.

Isso não só poderia explicar a lenda de Sodoma e Gomorra (localizadas em algum lugar da região do mar Morto), mas a trajetória descrita pelo astrônomo há mais de cinco mil anos serve para responder ao enigma do deslizamento de terras que existe em Köfels (Áustria).

Como um meteorito pôde destruir Sodoma e Gomorra, no Oriente Médio, provocar um deslizamento de terras de cinco quilômetros na Áustria e se dissipar sem deixar uma cratera? Mark Hempsell descobriu as respostas após decifrar a argila suméria.

Graças a softwares capazes de simular o céu de há milhares de anos e as descrições milenares, Hempsell e o diretor da Reaction Engines Ltda, Alan Bond, chegaram à conclusão de que o meteorito colidiu com uma montanha antes atingir Köfels.

Isto fez com que explodisse e se transformasse em uma bola de fogo durante sua viagem vale abaixo, o que explicaria o deslizamento de terras e o fato de não haver cratera, já que, ao ocorrer a colisão em Köfels, o material do meteorito não era sólido.

A explosão do asteróide originou uma nuvem com gases e materiais em suspensão a temperaturas elevadas que viajou até o Leste do Mediterrâneo, alcançando Egito, e que pode ter causado a morte e a destruição de povoações inteiras.

O professor afirmou à Agência Efe que acredita que os efeitos do meteorito deram lugar à lenda de Sodoma e Gomorra, na qual se conta que Deus destruiu estas cidades pecadoras com fogo e enxofre.

A Bíblia, em Gênesis, diz que "O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo", que é, segundo os cientistas, a descrição mais parecida com uma tempestade de meteoritos.

No entanto, Hempsell se mostrou aberto a que outros pesquisadores dêem palpites sobre o assunto e levantem novas hipóteses sobre o que aconteceu com as duas cidades.

A tábua cuneiforme, crucial para estas descobertas e conhecida como "planisfério", foi encontrada no Real Palacio de Ninawa (no Iraque) em meados de século XIX e se transformou em um objeto de estudo de muitos pesquisadores.

(ZipTop)

Nota: Impressiona como o homem se debruça na pesquisa científica de acontecimentos e ao mesmo tempo ignora o Criador de todas as coisas. Quem lê esse texto, "pesquise" também e reflita na causa da destruição daquelas cidades. "Ora, eram maus os homens de Sodoma, e grandes pecadores contra o SENHOR" Gn.13:13 Toda perversão e pecados cometido foram severamente punidos com fogo e enxofre! Da mesma forma será com todo aquele que não se arrepender e for batizado em Cristo Jesus! Leia João 3:16 Atos.2:38

Em Gênesis 19 a palavra do SENHOR já esta declarado oque hoje a ciência tenta confirmar....
E ao amanhecer os anjos apertaram com Ló, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças na injustiça desta cidade.

Ele, porém, demorava-se, e aqueles homens lhe pegaram pela mão, e pela mão de sua mulher e de suas duas filhas, sendo-lhe o SENHOR misericordioso, e tiraram-no, e puseram-no fora da cidade. (Gen 19:15-16)

Então o SENHOR fez chover enxofre e fogo, do SENHOR desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra;
E destruiu aquelas cidades e toda aquela campina, e todos os moradores daquelas cidades, e o que nascia da terra. (Gen 19:24-25)
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