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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Vírus misterioso ataca milhões de porcos na China

Um vírus altamente contagioso está dizimando a população de porcos na China, aumentando o preço da carne e gerando temores de uma pandemia global entre porcos domesticados. Especialistas acreditam que as autoridades chinesas estão desconsiderando a gravidade e disseminação da doença, recusando-se a cooperar com cientistas internacionais.

Até agora, o vírus se espalhou por 25 das 33 províncias e regiões chinesas, gerando, além da diminuição da oferta de carne suína, a maior inflação da década no país.

(Opinião e Notícia)

Nota: Levítico 11:7-8: "Também o porco, porque tem unhas fendidas e o casco dividido, mas não rumina; este vos será imundo; da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver. Estes vos serão imundos."

segunda-feira, 28 de abril de 2008

LifeStraw - Como salvar uma vida

A imagem pode parecer meio chocante - crianças africanas bebendo água diretamente de um rio - mas por incrível que pareça, ela é uma imagem de esperança. As crianças estão usando o LifeStraw - em português, canudo da vida - um purificador de água portátil que elimina 99% das bactérias da água e filtra partículas de até 15 mícrons (1 mícron equivale à milésima parte de um milímetro).

Em todo o mundo, cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável. Ao invés de ficar lendo sobre estatísticas aterradoras, você pode ajudar efetivamente a mudar essa situação. O site do LifeStraw aceita doações de todas as partes do mundo via PayPal ou cartão de crédito internacional. Um canudo, enviado para as regiões em conflito na África custa apenas €3,50 e pode ser usado durante um ano.

(Mude o Mundo)

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Opiniões sobre pesquisa de células-tronco

Lenize Aparecida Martins professora-adjunta do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB)
Lenize: "O embrião é um indivíduo, inclusive na sua primeira fase de desenvolvimento".

Para a especialista, há um embasamento científico claro de que a vida humana começa na fecundação.”No primeiro momento, na fecundação, já estão definidas as características únicas de um indivíduo.Todas as suas características genéticas estão reunidas, portanto, o embrião já é um indivíduo, sem cópia igual”, defendeu.

Para Lenize Aparecida, os termos “pré embrião”e “montinho de células” não existem: “Se o embrião não é um ser humano desde a sua primeira fase de desenvolvimento, o que ele é? A que espécie ele pertence?”, indagou.



Cláudia Maria de Castro Batista, professora-adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Cláudia Batista: “Somos humanos a partir do momento da fecundação e a dignidade humana está lá, intrínseca”.Para a especialista, a vida humana é um processo contínuo, coordenado e progressivo que começa a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozóide. "A mudança que passamos ao longo da vida é apenas funcional,e não genética”, afirmou.

Cláudia Batista citou Robert Spalmann, professor emérito de filosofia da Universidade de Maunchen: "Spalmann diz que a primeira célula que surge da fecundação é viva, já é vida. É a fecundação que permite que o desenvolvimento do indivíduo seja disparado", afirmou.

Sobre os que argumentam que o zigoto é um ser humano em potencial, Cláudia analisa: "O começo da vida está no início do início do processo e não no início do final, ou seja, temos que respeitar o ser humano a partir da fecundação.A sustentação desta afirmativa é biológica e o argumento é racional", afirmou.


(Projeto Ghente)

Nota: Interessante como existem pessoas abençoadas e conscientes e outras que simplesmente ignoram seu Criador.[RPC]

Algumas reflexões sobre células-tronco

Ao começar a refletir sobre estes temas tão polêmicos, gostaria de afirmar que a Igreja defende a pesquisa científica, sobretudo quando se pensa que essa pesquisa pode nos levar à cura das doenças que afligem a humanidade.

O que a Igreja quer frisar é que a ciência também tem de respeitar os direitos do homem. Não se trata, aqui, de defender a vida a partir de argumentos de fé. Trata-se de usar a razão para defender o valor absoluto de cada pessoa humana.

Quando a pesquisa científica diz respeito à vida humana, os limites devem ser definidos de maneira muito clara, para evitar que se manipule a vida de um ser humano desprotegido em favor de outro ser humano mais favorecido.

Não devemos ter medo de pôr limites à ciência. Devemos ter medo, sim, de uma ciência que, sem reconhecer limites éticos, acaba pondo em risco a vida humana com os desequilíbrios que provoca no sistema ecológico, nos relacionamentos entre ricos e pobres, e com sua participação na produção de armas.

Voltando ao problema da pesquisa com células-tronco, é evidente que essa pesquisa representa uma grande possibilidade para o desenvolvimento da ciência médica. Uma coisa que não se comenta é que todos os tecidos do corpo humano produzem células-tronco. Os especialistas em medicina celular sabem que pesquisas com células-tronco de tecidos adultos já deram resultados muito melhores, porque menos sujeitos a produzirem tumores.

Seja como for, por que a Igreja é contrária à utilização de células embrionárias? Porque o embrião é um ser humano em sentido pleno. Não se pode usar a vida de um homem para tratar a vida de um outro. Qualquer ser humano, rico ou pobre, jovem ou velho, de qualquer raça, tem um valor absoluto.
O problema, então, é reconhecer que o embrião já é um ser humano.Quem define quando é que a vida começa? Pela própria ciência se pode chegar a uma conclusão clara: quando o espermatozóide se une ao óvulo, nasce o embrião em sua primeira fase. O embrião, nesse momento, já está completo. Contém em si todas as informações necessárias ao novo ser humano. O que falta é apenas o tempo e a alimentação da vida para que chegue a seu pleno desenvolvimento.

Mais uma vez, quero frisar que não estou usando argumentos "religiosos" ou de fé para chegar a essa conclusão: é só olhar para o estágio de desenvolvimento da própria pesquisa científica. Poderíamos nos perguntar por que muitos cientistas reconhecem esse fato, ao passo que outros tantos não o reconhecem.

O ponto em questão é aquele pelo qual iniciei esta minha reflexão: deve a ciência respeitar limites éticos ou o que se deve é defender seu progresso a qualquer custo? É a ciência que está em função do ser humano, de cada homem, de cada mulher e não o ser humano que está em função da Ciência.

A mídia tem explorado os testemunhos de portadores de doenças crônicas para as quais ainda não existem tratamentos que, justa e honestamente, buscam a cura para seus males. Esses testemunhos muitas vezes visam sensibilizar a opinião pública no sentido de se obter a rápida aprovação de leis que autorizem os cientistas a utilizarem embriões humanos como se isso pudesse "apressar" os resultados desses trabalhos de pesquisa, o que não é verdade porque as pesquisas com células-tronco retiradas de outros tecidos humanos (placenta, medula, entre outros) continuam se desenvolvendo a passos largos, no sentido de se alcançar os benefícios para a saúde de todos, o que é também o anseio da Igreja.

O que fazer com as pessoas doentes que poderiam esperar ser curadas a partir do uso da vida de embriões humanos? É preciso cuidar delas. Tenho certeza de que ninguém quer salvar sua vida à custa da vida de outro homem inocente.
Vando Valentini
Coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC/SP

Nota: Queridos, sejamos conscientes daquilo que Deus nos ensina em suas sagradas escrituras e tenhamos cuidado com a mídia que deturpa e destrói a cada dia esse nosso entendimento. Que Deus nos dê sabedoria para lidarmos com essa delicada situação, pois a matéria prima que os cientistas querem utilizar não tem preço. Deixo aqui uma pergunta .. Quanto vale a sua vida? [RPC].

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Cientistas transformam células de pacientes em células-tronco

Cientistas americanos retiraram células da pele de pacientes com oito doenças diferentes e as transformaram em células-tronco.
A pesquisa realizada pela Harvard Medical School, dos Estados Unidos, indica que os cientistas estão agora mais próximos de usar células-tronco dos próprios pacientes para tratá-los.

As células foram criadas a partir de tecidos de pacientes com males como doença de Huntington e distrofia muscular.

As chamadas células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês) são células adultas criadas para agir como células embriônicas, ou seja, têm a habilidade de desenvolver em qualquer célula do corpo humano.

As células dos tecidos retirados dos pacientes são induzidas a retornar à sua forma embriônica e, depois, redirecionadas para se tornarem células específicas de cada órgão.

O pesquisador Willy Lensch, da Harvard Medical School, disse que a técnica tem um potencial incrível e poderia ajudar os cientistas a entender os primeiros estágios de doenças genéticas.

Em princípio, essas células poderiam ser usadas para tratar várias doenças, desde diabetes à doença de Parkinson.

Além disso, a fórmula evitaria a controvérsia hoje existente em relação às células-tronco criadas a partir de embriões.

Nota: Agora sim estamos no caminho certo. Finalmente estamos pensando em salvar vidas e não em tirá-las. Que Deus nos abençõe e nos dê muita sabedoria. Paz de Jesus.

sábado, 29 de março de 2008

Cambate a Dengue com café?

Pesquisa de cientista paulista atesta que a cafeína contida na borra do café bloqueia a postura eo desenvolvimento do Aedes aegypti

Café é uma arma contra o mosquito da dengue, mas ninguém divulga, já que as prefeituras arrecadam, todos os anos, uma polpuda verba extra por conta dos mosquitinhos.... Por que, então, acabar com ele?

Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, e a borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas, tem custo zero.

O único trabalho é o de colocá-la nas plantas. E podemos até jogá-la sobre o solo do jardim e quintal.

Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue 3, possível de acontecer devido às fortes enxurradas, surge outra ameaça, proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4.

Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento da larva no segundo de seus quatro estágios e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos.

Em seu estudo, ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais, como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser essa a causa dos efeitos verificados sobre a larva e o inseto adulto.

A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres (de sopa) de borra de café para cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população de baixa renda, e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.

O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água que, às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas; também se desenvolve na água dos ralos e de outros recipientes com água parada (pneus, garrafas, latas, caixas d'água etc.).

"A borra não precisa ser diluída em água para ser usada", diz a bióloga. Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la.

Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo ecologicamente correto.

Hoje o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é a aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.

Vale lembrar que quem for picado pelo mosquito deve tomar muita sopa de inhame. Além de ser deliciosa, ainda ajuda a aumentar as plaquetas que vão se reduzindo com a dengue.

Luciana Rocha Antunes
Bióloga - especialista em Gestão Ambiental
Mestranda em Agroecologia e Desenvolvimento Rural
UFSCar e Embrapa Meio Ambiente
lurantunes@yahoo. com.br


(Jornal da Serra)

domingo, 23 de março de 2008

Felicidade no casamento 'influi na pressão arterial'

Adultos satisfeitos com o casamento têm pressão arterial mais baixa do que solteiros, sugere um estudo realizado por pesquisadores americanos e publicado na edição desta semana da revista científica Annals of Behavioral Medicine.
Realizada na Universidade Brigham Young, em Utah, nos Estados Unidos, a pesquisa fez uma avaliação da pressão arterial de 204 adultos casados e 99 solteiros durante um período de 24 horas.

Os participantes usaram um monitor que media a pressão arterial cerca de 72 vezes ao longo do dia – mesmo durante o sono.

Os resultados indicam que adultos felizes com o casamento têm a pressão arterial até quatro pontos mais baixa do que os solteiros. De acordo com o estudo, mesmo entre os solteiros que possuem uma vida social ativa e se encontram com amigos com freqüência, a pressão arterial continua mais elevada do que entre os participantes casados.

“Os resultados ressaltam a complexidade da influência das relações sociais na saúde das pessoas”, afirmou Julianne Holt-Lunstad, que liderou o estudo.

terça-feira, 11 de março de 2008

Embrião congelado por 8 anos produz bebê

Aos seis meses de idade, Vinícius é um bebê que adora papinha de mamão, já tenta sair sozinho do carrinho e dá sonoras gargalhadas durante o banho. O menino foi gerado a partir de um embrião congelado durante oito anos, um recorde no país. Pelos critérios da Lei de Biossegurança, seria um embrião indicado para pesquisas com células-tronco embrionárias.

A lei, aprovada em 2005, enfrenta uma ação de inconstitucionalidade movida pelo ex-procurador-geral da República, o católico Claudio Fonteles. Ele acha que destruir embriões de cinco dias para a extração de células para pesquisa viola a Constituição, que garante o direito à vida.

O julgamento da ação no Supremo Tribunal Federal foi interrompido na última quarta-feira por um pedido de vista do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

Vinícius nasceu após quase 20 anos de tentativas de gravidez do casal Maria Roseli, 42, e Luiz Henrique Dorte, 41, de Mirassol (SP), que incluíram quatro fertilizações in vitro (FIV) e três abortos de gêmeos no terceiro mês de gestação. A mulher tinha endometriose e o marido, má qualidade dos espermatozóides, fatores que impediam uma gravidez natural.

Na última FIV, feita em 1999, Maria Roseli produziu nove embriões. Transferiu quatro para o útero, mas não engravidou. O casal decidiu então congelar os cinco embriões restantes. "Resolvemos dar um tempo. Não suportaria a dor de mais um aborto", relata a mãe.

Naquele mesmo ano, adotaram Paulo Henrique, à época com um ano e seis meses. "Era um menino frágil, cheio de problemas de saúde. Ficamos tão envolvidos com ele que nem percebemos o tempo passar."

Em 2006, o casal recebeu um telefonema da clínica de reprodução em Ribeirão Preto, onde haviam feito o tratamento, questionando sobre o destino que pretendiam dar aos cinco embriões. "Resolvemos transferir, mas sem muita esperança de dar certo", conta Luiz Dorte.

Em três ocasiões, a transferência dos embriões congelados para o útero teve de ser adiada porque o endométrio de Maria Roseli não atingia a espessura mínima. Em fevereiro de 2007, os embriões foram, enfim, descongelados. Três sobreviveram e foram transferidos ao útero de Maria Roseli. Um se fixou. "Nem comemorei muito porque tinha o fantasma dos abortos aos três meses que ficava me rondando", diz ela.

Com 28 semanas de gestação, ela sofreu uma hemorragia provocada pelo rompimento de duas veias na placenta e o parto teve de ser induzido para preservar a vida da mãe. Vinícius nasceu com 1,2 kg medindo 36 cm e, dez dias depois, chegou a pesar 840 gramas.

Foram necessários 22 dias de UTI neonatal e mais um mês de internação hospitalar para que o menino atingisse 1,8 kg e tivesse alta da maternidade.

"Meu filho venceu oito anos de congelamento e a prematuridade. Imagine se eu tivesse desistido dele e doado o embrião para pesquisa? Acredito sim que há vida [nos embriões], o Vinícius é a prova disso", diz Maria Roseli, católica praticante. Ela afirma ser favorável às pesquisas com células-tronco embrionárias, mas "não teria coragem" de doar seus embriões para esse fim.

O ginecologista José Gonçalves Franco Júnior, detentor do maior banco de criopreservação do país, onde os embriões de Maria Roseli ficaram, também aposta na viabilidade dos congelados. Sua clínica já obteve 402 nascimentos de bebês a partir de embriões criopreservados, a maioria acima de três anos de congelamento.

"É uma loucura falarem que embrião congelado há mais de três anos é inviável. E isso não tem nada a ver com religião. A viabilidade é um fato e ponto. Os maiores centros de reprodução na Europa defendem o congelamento de embriões como forma de evitar a gravidez múltipla", afirma o médico.

(Folha de São Paulo)

domingo, 9 de março de 2008

Bons motivos para beber água

Os médicos indicam o mínimo de 1,5 litro por dia. Veja por que você deve sempre manter o corpo bem hidratado.

Não existe vida sem água. Assim como a Terra, nosso corpo é formado por 70% desse líquido. Ele é responsável por conservar a nossa saúde, prevenir doenças e proteger o organismo contra o envelhecimento.

Uma atitude tão simples como beber água é a maneira mais barata e eficaz de garantir a pele, as unhas e o cabelo maravilhosos. Quando o corpo está bem hidratado, isso se reflete na sua aparência. Os médicos recomendam a ingestão diária de 1,5 litro de água por dia para suprir as necessidades do organismo.

Mas há pessoas que não conseguem beber água, muitas vezes por falta de hábito. Acabam substituindo-a por refrigerantes e outras bebidas açucaradas, que não fazem o mesmo efeito. Por isso, enumeramos sete bons motivos para você manter a saúde e ficar mais bonita se refrescando com água.

1 Água emagrece
As fibras presentes nas frutas incham em contato com a água, o que dá a sensação de saciedade ao corpo. Isso engana temporariamente o estômago, segurando a fome.
2 Melhora a digestão
A água ajuda a formar enzimas que promovem reações químicas no organismo. Ela também forma o suco gástrico e a saliva, que auxiliam na digestão.
3 Controla a temperatura
Durante os exercícios físicos ou quando faz muito calor, a água liberada pela transpiração reduz a temperatura do corpo.
4 Diminui o inchaço
Quando você está hidratada, o volume de sangue aumenta. As vitaminas e os minerais chegam mais rápido à pele, ao cabelo e às unhas. Com mais água em circulação, o organismo não retém muito sódio, responsável pelo inchaço.
5 Previne a celulite
As toxinas são expulsas do organismo pelo suor e pela urina. Com a ingestão diária de água, a circulação sangüínea melhora e, aliada à eliminação de toxinas, previne o aparecimento da celulite.
6 Melhora a absorção de nutrientes
Uma boa hidratação garante o volume ideal de sangue para transportar os nutrientes (como a glicose e as vitaminas).
7 Reduz infecções
A água presente no sangue facilita o transporte de minerais como o ferro, que fortalece as defesas do organismo.


(Planeta sustentável)

quinta-feira, 6 de março de 2008

Pesquisa com células-tronco fere o direito à vida, argumenta advogada

Segundo Renata da Rocha, direito brasileiro considera que a vida começa na concepção.
Dessa forma, não há como permitir estudos sem ferir a própria Constituição do país.

A pesquisa científica em células-tronco embrionárias humanas vem despontando, no limiar deste novo século, como a grande promessa da biomedicina. Nesse contexto, parte da ciência acredita que o procedimento será capaz de revolucionar a medicina convencional e de mudar a face da saúde humana.

A despeito dessa expectativa, cumpre considerar que se por um lado essas técnicas representam a esperança de cura para inúmeras enfermidades, por outro lado os riscos que o procedimento acarreta, tanto no que diz respeito à vida humana individualmente tutelada, quanto no que concerne ao ser humano enquanto espécie a ser preservada, não consubstanciam meras expectativas. Ao contrário, são reais e verificáveis, dentre os quais destacamos a destruição do embrião, a instrumentalização do ser humano e a alteração do patrimônio genético.

Com relação à destruição do embrião, a controvérsia que se estabelece é freqüentemente retratada como um conflito entre o progresso tecnocientífico e os sentimentos religiosos reacionários. Tentando evitar essa visão reducionista e esse discurso maniqueísta, cumpre-nos analisar a questão e os dilemas que ela suscita sob o ponto de vista jurídico. Isso porque no cerne da questão está a necessidade de determinar em que momento a vida humana tem seu início, e a partir de que momento ela adquire o status de um bem jurídico a ser tutelado, isto é, de um direito a ser respeitado.


Mera escolha?
Nesse sentido, com o intuito de afirmar a legitimidade dessas pesquisas, algumas teorias científicas relacionam, arbitrariamente, o início da vida humana à simples escolha de uma das fases que vão se impondo no decorrer do desenvolvimento embrionário. Desse modo, para uns a vida se inicia por volta da décima segunda semana de gestação, quando surgem os primeiros indícios de atividade cerebral. Para outros, somente após a nidação, que consiste na fixação do óvulo fecundado no útero materno, é que se poderia falar em vida. O ordenamento jurídico brasileiro, todavia - conforme consta do art. 2º do Código Civil - filia-se à teoria concepcionista.

Amparada pela embriologia, a área da biologia que estuda o desenvolvimento do embrião, a teoria concepcionista defende a tese de que, a partir da fusão das duas células germinativas (espermatozóide e óvulo), provenientes de organismos diferentes – masculino e feminino -, deve ser aceita a existência de um novo ser, sobretudo por ser ele dotado de um sistema único e completamente distinto daqueles que lhe deram origem.

A primeira célula desse novo ser recebe o nome de zigoto. O zigoto, embrião humano de uma só célula, possui uma identidade genética individual, perfeitamente distinguível dos demais. Cada embrião humano, desde o momento da concepção, já é geneticamente homem ou mulher e já contém todas as características pessoais de um ser humano adulto, tal como grupo sangüíneo, cor da pele, olhos etc., exceção feita no caso de gêmeos idênticos e de clones, por enquanto hipotéticos. O embrião é, pois, único e irrepetível.


Repetindo o óbvio
Assim, destacamos o posicionamento de alguns ilustres representantes da área médica como o professor de genética fundamental Jérôme Lejeune, pesquisador mundialmente reconhecido por seus estudos em genética humana e cientista responsável pela descoberta da causa da Síndrome de Down, que assinala:

“Não quero repetir o óbvio, mas na verdade a vida começa na fecundação. Quando os 23 cromossomos masculinos se encontram com os 23 cromossomos femininos, todos os dados genéticos que definem um novo ser humano já estão presentes. A fecundação é o marco da vida”.

Do mesmo modo, a geneticista Elaine S. Azevedo assevera: “É biologicamente inexistente e tecnicamente impossível promover a geração de um ser humano a partir de outro momento qualquer do desenvolvimento embrionário. O ponto inicial é a formação do zigoto; é o estágio unicelular. Por mais tecnicamente arrojadas que sejam as técnicas de fertilização in vitro, todas elas partem da fertilização, conforme o próprio nome indica. Essas evidências levam à conclusão de que a reprodução humana ou in vitro não oferece começos alternativos, toda ela se inicia com uma única célula. Conseqüentemente, o zigoto é vida humana em início”.

Portanto, se a ciência admite que há vida no embrião humano e a Constituição Federal consagra essa vida em seu artigo 5º como um direito fundamental, inviolável, imprescritível e inalienável, pressuposto e fundamento para o exercício de todos os demais direitos, do ponto de vista jurídico torna-se evidente que a Lei 11.105 de março de 2005, que autoriza o uso de células-tronco embrionárias humanas para fins de pesquisa e sobre a qual pesa uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, deve ter sua insconstitucionalidade declarada pelo Supremo Tribunal Federal.

Renata da Rocha é mestre em filosofia do direito e do Estado e especialista em direito contratual, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Atua nas áreas da teoria geral do direito, teoria geral do estado, bioética e biodireito. É professora-associada do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (IBDC) e autora do livro "O direito à vida e a pesquisa científica em células-tronco: limites éticos e jurídicos" (Editora Campus Jurídico)

(Globo.com)

Nota: Parabéns Renata pelo seu artigo. Caros cientistas... vamos arrumar outros meios para cura de doenças... ou será que esta cada vez mais difícil encontrar uma saída e continuar dizendo que a vida surgiu "por acaso", "Big-Bang" e não tendo outra escolha de criar uma vida vão querer brincar de DEUS e desrespeitar seu CRIADOR?. (RPC)

segunda-feira, 3 de março de 2008

De maioria católica, STF julga uso embriões nesta quarta-feira

Um plenário composto por ministros católicos decidirá a partir da próxima quarta-feira (5) o futuro no Brasil das pesquisas com células-tronco de embriões humanos, em uma sala que ostenta um grande crucifixo na parede. A tendência dos 11 ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) é liberá-las, apesar das pressões da Igreja Católica contra elas.

O julgamento será permeado por questões religiosas e argumentos emocionais, tanto por parte da igreja quanto da comunidade científica, que estão em lados opostos nessa batalha.

Os ministros foram indagados pela Folha sobre sua religião. Apenas um não se disse católico e outro desconversou. Em geral, eles afirmaram que a fé não irá interferir na decisão.

O relator da causa, Carlos Ayres Britto, disse que recebeu essa formação, mas se tornou "um holista" depois de ler sobre outras crenças. Outro, Cezar Peluso, evitou responder à pergunta: "Ainda não decidi".

Já Carlos Alberto Menezes Direito é católico militante. Faz parte da União dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro e já deu declaração pública contra a utilização de células-tronco em pesquisas, em 2001.

Processo

Eles irão julgar uma ação direta de inconstitucionalidade contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, de 2005, que permitiu a pesquisa com células-tronco de embriões fertilizados in vitro e descartados. Ela proíbe o comércio e exige que sejam usados embriões inviáveis ou descartados há pelo menos três anos e que isso seja autorizado pelo casal.

A ação foi movida pelo ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles (2003-2005), que chegou ao cargo com apoio de setores da Igreja Católica.

Um dos ministros favoráveis às pesquisas tem lamentado, reservadamente, a necessidade de eles tomarem a decisão em plena quaresma, período de 40 dias entre o carnaval e a Semana Santa em que os cristãos pregam penitência e oração. Em tom de brincadeira, ele diz que, dependendo do resultado, eles irão "para o inferno".

Não está descartado o adiamento da decisão por um eventual pedido de vista de algum dos 11 ministros. O motivo não seria religioso, mas objetivo: a complexidade do tema, que é "multidisciplinar", segundo o relator, Ayres Britto.

Vida

O julgamento ocorrerá no ano em que a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) promove a campanha "Fraternidade e Defesa da Vida", sob o lema "Escolhe, pois, a vida" --uma pregação contra o aborto e, por tabela, segundo a lógica dos católicos, contra a pesquisa com embriões. A decisão será tomada em um plenário que ostenta na parede um crucifixo, polêmica tradição em órgãos públicos, dado que o Estado brasileiro é laico.

O debate será contaminado por argumentos emocionais disfarçados de teses jurídicas. A igreja diz que a Constituição garante a inviolabilidade do direito à vida e a dignidade da pessoa humana e parte do princípio de que esses direitos são extensivos ao embrião, porque a vida começaria na concepção.

Para se contrapor a essa tese, a comunidade científica afirma que milhões de pessoas portadoras de doenças diversas dependem da pesquisa com células-tronco para a cura e que as células de embriões são mais promissoras que as adultas (às quais os religiosos não objetam), já que, diferentemente destas, têm a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo de tecido no organismo. Para eles, os ministros deveriam se preocupar com a vida dessas pessoas, não a de embriões já descartados para a reprodução.

Na quinta-feira, a geneticista Mayana Zatz mostrou aos ministros Eros Grau e Ricardo Lewandowski a vareta de congelamento de embriões. "Um fiozinho desses congela dezenas de embriões. Não podemos comparar células a pessoas."

A CNBB atua como parte interessada na causa e distribuiu aos ministros memoriais com a sua linha de argumentação.

Do outro lado, estão quatro organizações não-governamentais: Movimento em Prol da Vida, Conectas Direitos Humanos e Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.

O julgamento poderá se estender até quinta-feira (6). Embora a maioria dos ministros esteja inclinada a votar a favor das pesquisas, a outra corrente terá dois fortes debatedores --Menezes Direito e Cezar Peluso. Por isso, na última hora, poderá atrair o apoio de indecisos.

Folha OnLine

Nota: "O que surpreende é um assunto tão sério ser apresentado dessa forma. Muitos não sabem exatamente o que são células-tronco adultas e embrionárias. Políticos ou até mesmo profissionais da saúde nem sempre manifestam conhecimento sobre o assunto e a opinião pública não consegue ter elementos suficientes para análise",

"O resultado seria outro se a pergunta fosse "embriões humanos devem ser mortos para servir para pesquisa sabendo que mesmo congelados há nove e até 13 anos se desenvolveram como crianças normais?'"

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), defendeu hoje que o STF (Supremo Tribunal Federal) decida nesta semana pela liberação do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas.

Aprendemos que a fecundação (fertilização ou concepção) ocorre com a fusão ou encontro dos gametas feminino (óvulo) e masculino (espermatozóide), acarretando na constituição de uma nova célula, o ovo ou zigoto, que carrega características da mãe (óvulo) e do pai (espermatozóide).

Inicia-se, então, um processo de divisões do zigoto em 2 células, 4 células, depois 8 células e assim sucessivamente, é o começo da formação do novo ser... É o milagre da reprodução!

"Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia". Salmos 139:16

Que os ministros sejam iluminados à votar contra à manipulação de embriões! e que Deus continue nos abençoando.

domingo, 2 de março de 2008

Pesquisador afirma que embrião humano não é vida

Às vésperas do julgamento de ação de inconstitucionalidade da Lei de Biossegurança pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o pesquisador da Fiocruz e presidente da Associação Brasileira de Terapia Celular, o imunologista Ricardo Ribeiro dos Santos, afirmou que um dos principais argumentos para a proibição das pesquisas é "uma mentira". Segundo Santos, por vários critérios, os embriões humanos não podem ser considerados forma de vida. "Embriões são apenas um aglomerado de células, a vida não começa na fecundação do óvulo, mas no início dos impulsos nervosos", diz.

A partir da próxima quarta-feira, os ministros do STF vão julgar uma ação direta de inconstitucionalidade movida pelo ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles contra a Lei de Biossegurança (nº 11.105), de 3 anos atrás, que permite o uso de células-tronco embrionárias em pesquisa e terapia. A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou na sexta-feira que enviará carta ao STF pedindo o deferimento da ação.

O médico Ricardo Ribeiro dos Santos argumenta que a ciência declara um paciente morto quando cessa sua atividade neuronal, a chamada morte nervosa, e que critério semelhante deveria ser usado para determinar o começo de uma vida. "Ora, se o conceito de morte é a ausência de impulso cerebral, como é que se pode admitir que um embrião, que não tem cérebro, esteja vivo?", questiona.

Além disso, de acordo com ele, é possível obter um embrião humano sem a presença do gameta masculino. Isso desqualificaria o conceito da concepção, no seu entender, porque não envolve o espermatozóide. "É possível obter células-tronco através de estímulos com corrente elétrica, a Dolly foi gerada assim", exemplifica.

Santos assegura que, com a proibição das células-tronco embrionárias, entrariam em recesso pesquisas de doenças como o Mal de Parkinson e de Alzheimer e a esclerose múltipla, estudos que coordena há 10 anos na Bahia. Com a proibição das pesquisas com células-tronco, milhares de embriões congelados teriam um destino certo: a pia de seu laboratório.

O presidente da CNBB, d. Geraldo Lyrio, disse na sexta-feira em que a posição da Igreja é que as pesquisas com células-tronco têm por lógica salvar vidas aniquilando outras. "Salvar um e matar outro não é resposta", disse Lyrio.

Porém, a posição não significa, segundo ele, que a Igreja seja insensível ao sofrimento das pessoas. "A Igreja é sensível ao sofrimento de tantas pessoas que desejam a cura e estimula os cientistas para que possam progredir nas pesquisas para que doenças incuráveis possam ter cura, mas não concorda é com a manipulação dos sentimentos das pessoas e o seu desejo de viver, a sua esperança de encontrar uma cura, com informações falsificadas."

O secretário-geral da CNBB, d. Dimas Lara Barbosa, teme que a Lei de Biossegurança possa servir de prerrogativa para a aprovação de outras práticas condenadas pela Igreja Católica. "A Lei de Biossegurança abre caminho para a legalização progressiva do aborto e o desrespeito da vida humana", disse.

Terra Notícias

Nota: Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas. No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente "formado" numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é "informe" durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16).

O Salmo 139.13-16 afirma: "Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste... Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe".

Até quando iremos brincar de Deus? [RPC]

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Os danos da poluição sonora para o corpo humano

Os danos da poluição sonora para o corpo humano

"O ouvido humano suporta níveis de 80 a 85 decibéis. Quem ficar ouvindo sons entre 85 a 100 decibéis com freqüência, algo semelhante a um carro com escapamento aberto, pode começar a ter perdas", explica Oswaldo Laércio Mendonça Cruz, professor livre docente em Otorrinolaringologia pela Universidade de São Paulo (USP), professor afiliado da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), professor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia e otorrino do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Mas além de conviver com a poluição sonora do dia-a-dia, há também quem goste de usar aparelhos como Ipod, Mp3, Mp4 e rádio acoplado ao celular. "Os jovens utilizam aparelhos que são capazes de emitir sons a 100, 110 decibéis. Os próprios fabricantes estão alertando aos consumidores quanto aos possíveis danos na audição", explica o médico.

Segundo Antônio Douglas Menon, otorrino do Hospital Sírio Libanês, da capital paulista, é preciso recomendar bom senso a essas pessoas. "Depois de ficar com o fone no ouvido durante uma hora, é preciso fazer uns 15 minutos de pausa", diz. "Para saber se não está exagerando no volume, a pessoa precisa conseguir escutar perfeitamente alguém que esteja falando com ela", sugere.

A mesma situação não acontece com profissionais como músicos e garçons. "Eles precisam tomar cuidado para não ter lesão auditiva. Os músicos, por exemplo, devem usar tampões pelo menos durante os ensaios. E quem já tem problemas auditivos não deve deixar de usá-los", orienta Oswaldo Laércio Mendonça Cruz.

Perda gradativa da audição

Se não usadas corretamente, as novas tecnologias podem provocar perda auditiva a longo prazo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 10% da população mundial tem algum tipo de deficiência auditiva. Em 2000, dados do IBGE mostravam que quase 6 milhões de pessoas declaravam-se portadoras de deficiência auditiva.

De acordo com Aníbal Arrais, otorrinolaringologista do Hospital Santa Paula (SP), a perda de audição se instala de forma lenta e progressiva e o ouvido sofre um processo de envelhecimento gradual. "Cerca de 30% das pessoas entre 65 e 75 anos sofrem de perda de audição. Quem sofre de presbiacusia sente dificuldade em compreender conversas com ruído ao fundo, percebe a fala das pessoas à sua volta como se fossem resmungos, tem mais facilidade de identificar vozes graves do que as agudas e de começar a sentir zumbidos".

No entanto, é possível reverter a doença. "A pessoa deve evitar sons altos no trabalho ou em casa, para minimizar o impacto do efeito acumulativo. Quem fica sujeito a ruídos como estampidos de armas de fogo, maquinário de serralheria e marcenaria, ou mesmo que trabalha em construção civil deve usar protetores regularmente", diz o médico.

O barulho do dia-a-dia irrita, incomoda, mas não provoca danos aos órgãos de quem estiver com a saúde em dia. Mas, de acordo com Oswaldo Laércio Mendonça Cruz, se o indivíduo for hipertenso, estiver demasiadamente estressado, a poluição sonora pode acarretar danos ao corpo humano.

- Cérebro - Como a pressão intracraniana sobe, o indivíduo começa a sentir fortes dores de cabeça;

- Órgãos genitais - Passam a receber menos sangue. Enquanto a mulher perde o desejo sexual, o homem fica com dificuldade de ereção;

- Coração - passa a bater de forma descompassada. Aumentam os riscos de enfarte e derrame;

- Pulmões - Com a aceleração da respiração, os pulmões funcionam em velocidade máxima e o cansaço acaba sendo inevitável;

- Músculos - Ficam contraídos e começam a liberar substâncias inflamatórias;

- Aparelho digestivo - O estômago produz altas escalas de suco gástrico, provocando úlcera e gastrite. O intestino também deixa de funcionar corretamente;

Causas de surdez

- Hereditariedade;
- Rubéola materna durante a gravidez;
- Parto prematuro ou traumas de parto;
- Infecções bacterianas;
- Traumatismo crânio-encefálico;
- Alta radiação;
- Ruído e envelhecimento natural;

Os decibéis no dia-a-dia

- Tiro de revólver - 150 DB;
- Aspirador de pó - 90 DB;
- Escritórios - 60 a 65 DB;
- Discoteca - 100 DB;
- Banda de rock - 110 DB;
- Ruas - 70 a 80 DB;
- Buzina de carro - 110 DB;
- Voz humana - 50 a 60 DB;
- Motocicleta - 120 DB;
- Decolagem de avião - 150 DB;

(Yahoo Notícias)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Menos açúcar para combater a acne

Uma rotina alimentar com menos alimentos chamados glicêmicos pode melhorar a sensibilidade à insulina e também ajudar a limpar o rosto da acne, a popular "espinha", que tanto "assusta" os adolescentes. Pelo menos é o que mostra um estudo feita pela Universidade RMIT na Austrália. A pesquisa australiana analisou 43 homens entre 15 e 25 anos que, em 12 semanas, passaram pela dieta de baixa carga glicêmica e que apresentaram redução no peso corporal, uma maior sensibilidade à insulina e diminuição do risco da acne. Os estudos revelam que alimentos como pão e batata, que elevam os níveis de glicose no sangue, podem contribuir para o aparecimento da acne.

Já os cereais com muita fibra e os feijões, considerados como tendo baixo índice glicêmico, ajudam a impedir o aparecimento desse problema.

(Yahoo)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Danos a espermatozóide passam para filhos


Defeitos nos espermatozóides causados pela exposição a toxinas presentes no meio ambiente podem ser passados para futuras gerações, segundo um estudo da Universidade de Idaho, apresentado nesta semana no encontro da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, em Boston, nos Estados Unidos. Segundo os cientistas, os pais que bebem e fumam devem estar cientes de que eles estão, potencialmentem, não apenas prejudicando a si mesmos, mas também seus filhos.

De acordo com Matthew Anway, que liderou o estudo, a pesquisa demonstra que defeitos causados pelas toxinas nos genes permanecem na linha reprodutiva da família, afetando até quatro gerações. O estudo sugere que a saúde do pai tem papel mais importante sobre a saúde das futuras gerações do que se pensava.

Para realizar a pesquisa, os cientistas injetaram um pesticida chamado vinclozolin - conhecido por prejudicar os hormônios - em embriões de ratos. A substância química provocou alterações genéticas no espermatozóide dos machos, inclusive uma série de mudanças associadas à forma humana de câncer de próstata.

Os ratos expostos à substância apresentaram sinais de danos e crescimento exagerado da próstata, infertilidade e problemas de rim. Os efeitos perduraram por até quatro gerações seguidas. ...

A especialista em reprodução humana Cynthia Daniels, da Universidade Rutgers, em Nova Jérsei, afirmou que é preciso que os homens tomem cuidado. Segundo ela, homens que bebem muito álcool apresentam taxas mais altas de defeitos no espermatozóide e a nicotina do tabaco também chega até o esperma, além do sangue. ...

(Terra)

Nota: Segundo mandamento da Lei de Deus, em Êxodo 20:4-6, diz que o pecado pode afetar até a quarta geração. O 'nascer de novo' (João 3:7) significa transformação, nova vida em Cristo Jesus"
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