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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Teclado sem teclas?

Teclado assim eu juro que nunca vi! Ele é todo de vidro e não tem teclas de verdade. Você simplesmente toca nos quadradinhos que correspondem às letras. E o melhor: pode ser usado em qualquer computador, PC ou Mac, ou até celular. Isso acaba com o problema de quem não suporta o barulho do teclado, especialmente quando a pessoa escreve rápido demais!

Via Yanko Design.

sábado, 7 de junho de 2008

Aparelhos em Standy by - Energia

Os aparelhos que ficam dia e noite em modo stand by (aquelas luzinhas que aparentam ser inofensivas),são mais uma nova invenção em nome do conforto. Só que isso consome energia sem necessidade. Puxe a tomada de todos eles quando não estiverem em uso e tenha certeza: o valor de sua conta de luz vai cair bastante.

- Viva seu dia com luz natural. Abra janelas, cortinas, persianas, deixe o sol entrar e iluminar sua casa em vez de acender lâmpadas. Além de fazer muito bem ao seu humor, você também vai economizar no fim do mês.

- Mude sua geladeira e seu freezer de lugar. Ao colocá-los próximos do fogão e de áreas onde bate sol, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura.

- Quem nunca esqueceu o carregador do celular ligado na tomada? Acredite: esse pequeno descuido gasta energia elétrica, além do risco de uma possível explosão.

- Pendure as roupas no varal em vez de usar a secadora. E aquele truque de colocar panos e roupas para secar atrás da geladeira deve ser abolido, pois consome energia extra.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Microsoft exibe novo Windows operado por toque na tela

A Microsoft fez uma demonstração de seu novo sistema operacional cuja interface será feita por toques na tela, como uma alternativa ao mouse.
Com lançamento previsto para 2010, a nova interface permite que os usuários ampliem ou reduzam fotos, tracem rotas em mapas, pintem quadros ou toquem piano com a ponta dos dedos diretamente na tela.

"A forma pela qual você interage com o sistema vai mudar dramaticamente", disse o presidente da Microsoft, Bill Gates.

Na sua apresentação na conferência de tecnologia "All Things Digital", em San Diego, Estados Unidos, Gates afirmou que o sistema operacional Windows 7 vai incorporar novas formas de comunicação e interação.

"Atualmente, quase toda a interação é (feita pelo) teclado e mouse. Nos próximos anos, o papel da fala, visão, tinta, todas estas coisas, será importantíssimo", acrescentou.

Leia mais (BBC Brasil)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Microsoft Surface à Portuguesa

Já há computadores que funcionam com comandos de voz, há outros com toques no ecrã, há jogos que funcionam com gestos. Investigadores da Universidade de Coimbra estão a usar sinais e gestos para comandar programas de computador mas de forma mais profissional. A ideia é que várias pessoas possam colaborar numa reunião sem competirem pelo uso do mouse.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Telepatia tecnológica

Imagine falar com alguém no telefone sem dizer uma única palavra. Parece coisa de ficção científica, mas é real. Essa espécie de telepatia foi apresentada essa semana num seminário nos Estados Unidos. O aparelho, que recebeu o nome de Audeo, tem a forma de um colar e funciona para conversas “sem voz”. Ele capta os sinais nervosos e transmite-os a um computador (sem fio) que converte em palavras e fala com aquela voz computadorizada.
Para usá-lo a pessoa precisa de um treinamento específico para “ensinar” o cérebro a enviar apenas o que interessa. Ele manda o que passar pela sua cabeça? Não. Por enquanto o equipamento reconhece apenas 150 palavras ou expressões. Será muito útil para pessoas que, por algum problema físico ou por doença, não podem falar. A empresa que criou o Audeo espera que até o fim do ano o aparelho reconheça qualquer palavra. Ele será calibrado para reconhecer fonemas e não letras, o que facilitará a transmissão das palavras pensadas.



(Tecnology)

domingo, 4 de maio de 2008

Masdar, ousadia de bilhões de dólares

Coragem, muita ousadia, idéias fantásticas, alta tecnologia - e uma ponta de exibicionismo. Esses são alguns fatores para se construir a primeira cidade do planeta cem por cento ecológica. Os árabes têm tudo isso, e muito mais: têm bilhões e bilhões de dólares. Assim, anunciaram ao mundo que serão os pioneiros na montagem dessa cidade totalmente sustentável, incrustada no deserto e erguida no reino do petróleo de Abu Dhabi. Ela vai se chamar Masdar, que em árabe significa fonte, em homenagem à empresa que capitaneia esse arrojado projeto e que pertence à família real da região: a Masdar Abu Dhabi Future Energy Company. Com orçamento inicial de obras na casa dos US$ 5 bilhões e prazo de funcionamento a partir de 2009, esse projeto ambiental prevê uma cidade murada com 50 mil habitantes, envolvendo comércio, lazer, centros tecnológicos e universidades. E tolerância zero na taxa de impacto ambiental e de emissão de poluentes.

Apesar de estar localizada sobre 10% do petróleo do mundo, leia-se solo dos Emirados Árabes Unidos, Masdar não lançará mão desse tesouro. Será abastecida por fontes alternativas, como a energia eólica (captada em fazendas especialmente construídas na periferia) e a energia solar (gerada naquela que será a maior usina fotoelétrica do mundo). Mais: a água necessária e potável será obtida em usinas de dessalinização, enquanto a água não potável, descartada pela cidade, servirá para irrigar as plantações destinadas à produção de biocombustíveis e o suntuoso projeto de paisagismo. Sob temperaturas que batem nos 50º, ninguém em Masdar andará de carro com ar-condicionado, mesmo porque não haverá carros. As ruas, estreitas, serão sombreadas e ventiladas, projetadas para saudáveis e agradáveis caminhadas. Entre um ponto e outro, nenhuma distância ultrapassará os 200 metros, e o transporte público, para quem não quiser andar a pé, será efetuado sobre trilhos.

"Abu Dhabi está embarcando numa viagem para se transformar na capital mundial da revolução da energia renovável", diz Jean-Paul Jeanrenaud, diretor da WWF International, uma das mais conceituadas ONGs ambientais do mundo. O sultão e responsável pela construção da cidade, Ahmed al Jaber, orgulha-se: "Masdar será um laboratório para se testar e se desenvolver alternativas sustentáveis que poderão ser aplicadas em todo o mundo." Para isso, empresas receberão incentivos fiscais para se instalarem, respeitando as regras locais, e será criado um centro tecnológico em parceria com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, dos EUA. Na verdade, os primeiros habitantes da nova cidade serão escolhidos justamente de acordo com os propósitos do sultão - ou seja, se a previsão é de 50 mil habitantes, serão cientistas, técnicos e acadêmicos que pisarão inicialmente esse templo ambiental para experimentá-lo e corrigir eventuais falhas. Depois virá a população geral, leiga em tecnologia sustentável, mas que terá a oportunidade inédita de viver extremamente bem na primeira "cidade limpa" da história da humanidade.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Opiniões sobre pesquisa de células-tronco

Lenize Aparecida Martins professora-adjunta do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB)
Lenize: "O embrião é um indivíduo, inclusive na sua primeira fase de desenvolvimento".

Para a especialista, há um embasamento científico claro de que a vida humana começa na fecundação.”No primeiro momento, na fecundação, já estão definidas as características únicas de um indivíduo.Todas as suas características genéticas estão reunidas, portanto, o embrião já é um indivíduo, sem cópia igual”, defendeu.

Para Lenize Aparecida, os termos “pré embrião”e “montinho de células” não existem: “Se o embrião não é um ser humano desde a sua primeira fase de desenvolvimento, o que ele é? A que espécie ele pertence?”, indagou.



Cláudia Maria de Castro Batista, professora-adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Cláudia Batista: “Somos humanos a partir do momento da fecundação e a dignidade humana está lá, intrínseca”.Para a especialista, a vida humana é um processo contínuo, coordenado e progressivo que começa a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozóide. "A mudança que passamos ao longo da vida é apenas funcional,e não genética”, afirmou.

Cláudia Batista citou Robert Spalmann, professor emérito de filosofia da Universidade de Maunchen: "Spalmann diz que a primeira célula que surge da fecundação é viva, já é vida. É a fecundação que permite que o desenvolvimento do indivíduo seja disparado", afirmou.

Sobre os que argumentam que o zigoto é um ser humano em potencial, Cláudia analisa: "O começo da vida está no início do início do processo e não no início do final, ou seja, temos que respeitar o ser humano a partir da fecundação.A sustentação desta afirmativa é biológica e o argumento é racional", afirmou.


(Projeto Ghente)

Nota: Interessante como existem pessoas abençoadas e conscientes e outras que simplesmente ignoram seu Criador.[RPC]

Algumas reflexões sobre células-tronco

Ao começar a refletir sobre estes temas tão polêmicos, gostaria de afirmar que a Igreja defende a pesquisa científica, sobretudo quando se pensa que essa pesquisa pode nos levar à cura das doenças que afligem a humanidade.

O que a Igreja quer frisar é que a ciência também tem de respeitar os direitos do homem. Não se trata, aqui, de defender a vida a partir de argumentos de fé. Trata-se de usar a razão para defender o valor absoluto de cada pessoa humana.

Quando a pesquisa científica diz respeito à vida humana, os limites devem ser definidos de maneira muito clara, para evitar que se manipule a vida de um ser humano desprotegido em favor de outro ser humano mais favorecido.

Não devemos ter medo de pôr limites à ciência. Devemos ter medo, sim, de uma ciência que, sem reconhecer limites éticos, acaba pondo em risco a vida humana com os desequilíbrios que provoca no sistema ecológico, nos relacionamentos entre ricos e pobres, e com sua participação na produção de armas.

Voltando ao problema da pesquisa com células-tronco, é evidente que essa pesquisa representa uma grande possibilidade para o desenvolvimento da ciência médica. Uma coisa que não se comenta é que todos os tecidos do corpo humano produzem células-tronco. Os especialistas em medicina celular sabem que pesquisas com células-tronco de tecidos adultos já deram resultados muito melhores, porque menos sujeitos a produzirem tumores.

Seja como for, por que a Igreja é contrária à utilização de células embrionárias? Porque o embrião é um ser humano em sentido pleno. Não se pode usar a vida de um homem para tratar a vida de um outro. Qualquer ser humano, rico ou pobre, jovem ou velho, de qualquer raça, tem um valor absoluto.
O problema, então, é reconhecer que o embrião já é um ser humano.Quem define quando é que a vida começa? Pela própria ciência se pode chegar a uma conclusão clara: quando o espermatozóide se une ao óvulo, nasce o embrião em sua primeira fase. O embrião, nesse momento, já está completo. Contém em si todas as informações necessárias ao novo ser humano. O que falta é apenas o tempo e a alimentação da vida para que chegue a seu pleno desenvolvimento.

Mais uma vez, quero frisar que não estou usando argumentos "religiosos" ou de fé para chegar a essa conclusão: é só olhar para o estágio de desenvolvimento da própria pesquisa científica. Poderíamos nos perguntar por que muitos cientistas reconhecem esse fato, ao passo que outros tantos não o reconhecem.

O ponto em questão é aquele pelo qual iniciei esta minha reflexão: deve a ciência respeitar limites éticos ou o que se deve é defender seu progresso a qualquer custo? É a ciência que está em função do ser humano, de cada homem, de cada mulher e não o ser humano que está em função da Ciência.

A mídia tem explorado os testemunhos de portadores de doenças crônicas para as quais ainda não existem tratamentos que, justa e honestamente, buscam a cura para seus males. Esses testemunhos muitas vezes visam sensibilizar a opinião pública no sentido de se obter a rápida aprovação de leis que autorizem os cientistas a utilizarem embriões humanos como se isso pudesse "apressar" os resultados desses trabalhos de pesquisa, o que não é verdade porque as pesquisas com células-tronco retiradas de outros tecidos humanos (placenta, medula, entre outros) continuam se desenvolvendo a passos largos, no sentido de se alcançar os benefícios para a saúde de todos, o que é também o anseio da Igreja.

O que fazer com as pessoas doentes que poderiam esperar ser curadas a partir do uso da vida de embriões humanos? É preciso cuidar delas. Tenho certeza de que ninguém quer salvar sua vida à custa da vida de outro homem inocente.
Vando Valentini
Coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC/SP

Nota: Queridos, sejamos conscientes daquilo que Deus nos ensina em suas sagradas escrituras e tenhamos cuidado com a mídia que deturpa e destrói a cada dia esse nosso entendimento. Que Deus nos dê sabedoria para lidarmos com essa delicada situação, pois a matéria prima que os cientistas querem utilizar não tem preço. Deixo aqui uma pergunta .. Quanto vale a sua vida? [RPC].

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Vírus de computador já são mais de um milhão

É o que revela um estudo da empresa de segurança na internet Symantec. A maioria destes vírus foi criada nos últimos doze meses.

Os "cibercriminosos" criam novos programas maliciosos a fim de enganar o rastreamento dos antivírus. De acordo com a Symantec, no segundo semestre de 2007 quase meio milhão de novos vírus foram identificados. Em todo o ano passado detectou-se mais de 700 mil deles pela primeira vez.

O estudo contabilizou exatamente 1.122.311 vírus circulando pela internet. Entre a grande variedade deles, os chamados keyloggers são capazes de registrar o que se digita no teclado e se ativa quando o usuário entra em determinados sites.

(Opinião e Notícia)

Nova tecnologia simula o tato através do computador

Uma nova técnica, conhecida como haptics, reproduz o sentido do tato em computadores e celulares por meio de comandos eletrônicos, permitindo sentir as propriedades físicas e os movimentos dos objetos representados na tela.

No mês passado, a Samsung lançou na Coréia do Sul um telefone celular touch screen, como o iPhone. No entanto, ao pressioná-lo, o usuário tem a sensação é a de estar apertando teclas convencionais, daquelas que se movem.

Quando utilizada em computadores, a nova técnica tem inúmeras funcionalidades. Permite, por exemplo, que um jogador de videogame, numa cena de luta, sinta os golpes ou tiros que seu personagem recebe na tela no local exato do corpo onde eles foram desferidos. Para isso, basta estar equipado com um colete especial

(Opinião e Notícia)

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Cientistas transformam células de pacientes em células-tronco

Cientistas americanos retiraram células da pele de pacientes com oito doenças diferentes e as transformaram em células-tronco.
A pesquisa realizada pela Harvard Medical School, dos Estados Unidos, indica que os cientistas estão agora mais próximos de usar células-tronco dos próprios pacientes para tratá-los.

As células foram criadas a partir de tecidos de pacientes com males como doença de Huntington e distrofia muscular.

As chamadas células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês) são células adultas criadas para agir como células embriônicas, ou seja, têm a habilidade de desenvolver em qualquer célula do corpo humano.

As células dos tecidos retirados dos pacientes são induzidas a retornar à sua forma embriônica e, depois, redirecionadas para se tornarem células específicas de cada órgão.

O pesquisador Willy Lensch, da Harvard Medical School, disse que a técnica tem um potencial incrível e poderia ajudar os cientistas a entender os primeiros estágios de doenças genéticas.

Em princípio, essas células poderiam ser usadas para tratar várias doenças, desde diabetes à doença de Parkinson.

Além disso, a fórmula evitaria a controvérsia hoje existente em relação às células-tronco criadas a partir de embriões.

Nota: Agora sim estamos no caminho certo. Finalmente estamos pensando em salvar vidas e não em tirá-las. Que Deus nos abençõe e nos dê muita sabedoria. Paz de Jesus.

domingo, 23 de março de 2008

Sons produzidos pelo Windows 98 e XP

Há quem enxergue beleza nos sons produzidos por computadores que rodam Windows 98 e Windows XP. Na semana passada, uma dupla de americanos criou uma melodia com os comandos dos sistemas operacionais da Microsoft. A música já foi acessada por mais de meio milhão de internautas.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Robô que imita movimentos

Um dos vídeos mais virais da semana tem como estrela o robô Big Dog (Cachorrão), da empresa Boston Dynamics. Ele imita os movimentos de quadrúpedes. Caminha entre as árvores sem trombar e se equilibra em cima do gelo. Movido a gasolina, pode carregar até 55 quilos. O vídeo foi visto mais de 1,8 milhão de vezes. Vale a pena assistir.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Usar celular no volante é tão perigoso quanto guiar bêbado, diz estudo

Conversar no celular quando ao volante reduz a concentração de um motorista em até 37%, levando-o a cometer tipos de erro semelhantes aos ocorridos quando se dirige embriagado, de acordo com estudo da Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, no Estado americano da Pensilvânia.

O uso de celulares para conversar, discar e enviar texto têm sido motivo de preocupações ligada a questões de segurança, mas este estudo, pela primeira vez, usou imagem de ressonância magnética do cérebro para documentar o efeito do simples ato de ouvir o interlocutor durante uma ligação.

A redução da atividade cerebral associada à direção de um veículo pode levar o motorista a se mover de uma pista para outra de maneira errática, como foi verificado em testes feitos com 29 voluntários usando um simulador. Este é um erro comum entre motoristas embriagados.

As conclusões do estudo, que será divulgado na revista especializada Brain Research, mostram que fazer ligações com celulares sem necessariamente ter que segurá-los na mão não é suficiente para eliminar a distração para os motoristas.

Eles precisam manter não apenas as suas mãos na direção mas também o cérebro concentrado na rua, disse o neurocientista Marcel Just, diretor do Centro para Imagem Cerebral Cognitiva.

Outras distrações, como comer, ouvir rádio ou conversar com um passageiro, também podem desviar a atenção do motorista da condução do veículo, mas não se sabe ainda como essas atividades podem ser comparadas ao uso do telefone celular.

(BBC Brasil)

Nota: Você meu irmão já contou quantas vezes se deparou com alguém no telefone celular quando dirigia um veículo? Você acredita que exista uma perda de atenção ao volante? Deixe seu comentário...

domingo, 16 de março de 2008

Cosmólogo recebe prêmio defendendo existência de Deus

Um padre e cosmólogo polonês que sustenta a possibilidade de comprovar matematicamente a existência de Deus é o vencedor do mais polpudo prêmio acadêmico do mundo.
O professor Michael Heller, 72, de formação religiosa, com estudos em filosofia e doutorado em cosmologia, receberá em maio, em Londres, o prêmio Templeton, outorgado pela fundação homônima de estudos religiosos sediada em Nova York. O valor da premiação é de 820 mil libras esterlinas (cerca de R$ 2,87 milhões).

Os trabalhos mais recentes de Heller abordam a questão da origem do universo debruçando-se sobre aspectos avançados da teoria geral da relatividade, de mecânica quântica e de geometria não-comutativa.

"Vários processos no universo podem ser caracterizados como uma sucessão de estados, de maneira que o estado anterior é a causa do estado que o sucede", explicou o próprio Heller em um comunicado divulgado por ocasião do anúncio do prêmio.

"Ao questionar (a causalidade primeira) não estamos apenas falando de uma causa como qualquer outra. Estamos nos perguntando sobre a raiz de todas as possíveis causas", disse.

Ele rejeitou a idéia de que religião e ciência são contraditórias. "A ciência nos dá o Conhecimento, e a religião nos dá o Sentido. Ambos são pré-requisitos para uma existência decente".

"Invariavelmente eu me pergunto como pessoas educadas podem ser tão cegas para não ver que a ciência não faz nada além de explorar a criação de Deus."

Críticas

Alguns céticos atacam a Fundação Templeton por sua inclinação a favor de ideologias conservadoras da religião.

Um dos principais críticos à instituição é o biólogo evolucionista Richard Dawkings, que já descreveu o prêmio Templeton como "uma soma de dinheiro muito grande que se concede normalmente a um cientista disposto a falar coisas boas da religião".

Para os jurados, Heller mereceu o prêmio por desenvolver "conceitos precisos e notavelmente originais sobre a origem e as causas do universo, muitas vezes sob intensa repressão governamental".

A biografia do filósofo e cosmólogo polonês diz que ele foi perseguido sob a era soviética, cuja ideologia comunista abertamente atéia ia contra o perfil católico conservador dominante no país.

Heller conhecia o Papa João Paulo 2º, nascido polonês sob o nome de Karol Wojtyla, que personificou a reação da Igreja Católica contra o avanço do comunismo nos países do Leste Europeu.

"Apesar da opressão das autoridades comunistas polonesas a intelectuais e padres, a Igreja, impulsionada pelo Concílio Vaticano 2º, garantiu a Heller uma esfera de proteção que o permitiu alcançar grandes avanços em seus estudos", diz sua biografia.

Heller disse que usará o dinheiro do prêmio Templeton para financiar futuras pesquisas.

BBC

Nota: Parabéns à Ciência.

terça-feira, 11 de março de 2008

Embrião congelado por 8 anos produz bebê

Aos seis meses de idade, Vinícius é um bebê que adora papinha de mamão, já tenta sair sozinho do carrinho e dá sonoras gargalhadas durante o banho. O menino foi gerado a partir de um embrião congelado durante oito anos, um recorde no país. Pelos critérios da Lei de Biossegurança, seria um embrião indicado para pesquisas com células-tronco embrionárias.

A lei, aprovada em 2005, enfrenta uma ação de inconstitucionalidade movida pelo ex-procurador-geral da República, o católico Claudio Fonteles. Ele acha que destruir embriões de cinco dias para a extração de células para pesquisa viola a Constituição, que garante o direito à vida.

O julgamento da ação no Supremo Tribunal Federal foi interrompido na última quarta-feira por um pedido de vista do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

Vinícius nasceu após quase 20 anos de tentativas de gravidez do casal Maria Roseli, 42, e Luiz Henrique Dorte, 41, de Mirassol (SP), que incluíram quatro fertilizações in vitro (FIV) e três abortos de gêmeos no terceiro mês de gestação. A mulher tinha endometriose e o marido, má qualidade dos espermatozóides, fatores que impediam uma gravidez natural.

Na última FIV, feita em 1999, Maria Roseli produziu nove embriões. Transferiu quatro para o útero, mas não engravidou. O casal decidiu então congelar os cinco embriões restantes. "Resolvemos dar um tempo. Não suportaria a dor de mais um aborto", relata a mãe.

Naquele mesmo ano, adotaram Paulo Henrique, à época com um ano e seis meses. "Era um menino frágil, cheio de problemas de saúde. Ficamos tão envolvidos com ele que nem percebemos o tempo passar."

Em 2006, o casal recebeu um telefonema da clínica de reprodução em Ribeirão Preto, onde haviam feito o tratamento, questionando sobre o destino que pretendiam dar aos cinco embriões. "Resolvemos transferir, mas sem muita esperança de dar certo", conta Luiz Dorte.

Em três ocasiões, a transferência dos embriões congelados para o útero teve de ser adiada porque o endométrio de Maria Roseli não atingia a espessura mínima. Em fevereiro de 2007, os embriões foram, enfim, descongelados. Três sobreviveram e foram transferidos ao útero de Maria Roseli. Um se fixou. "Nem comemorei muito porque tinha o fantasma dos abortos aos três meses que ficava me rondando", diz ela.

Com 28 semanas de gestação, ela sofreu uma hemorragia provocada pelo rompimento de duas veias na placenta e o parto teve de ser induzido para preservar a vida da mãe. Vinícius nasceu com 1,2 kg medindo 36 cm e, dez dias depois, chegou a pesar 840 gramas.

Foram necessários 22 dias de UTI neonatal e mais um mês de internação hospitalar para que o menino atingisse 1,8 kg e tivesse alta da maternidade.

"Meu filho venceu oito anos de congelamento e a prematuridade. Imagine se eu tivesse desistido dele e doado o embrião para pesquisa? Acredito sim que há vida [nos embriões], o Vinícius é a prova disso", diz Maria Roseli, católica praticante. Ela afirma ser favorável às pesquisas com células-tronco embrionárias, mas "não teria coragem" de doar seus embriões para esse fim.

O ginecologista José Gonçalves Franco Júnior, detentor do maior banco de criopreservação do país, onde os embriões de Maria Roseli ficaram, também aposta na viabilidade dos congelados. Sua clínica já obteve 402 nascimentos de bebês a partir de embriões criopreservados, a maioria acima de três anos de congelamento.

"É uma loucura falarem que embrião congelado há mais de três anos é inviável. E isso não tem nada a ver com religião. A viabilidade é um fato e ponto. Os maiores centros de reprodução na Europa defendem o congelamento de embriões como forma de evitar a gravidez múltipla", afirma o médico.

(Folha de São Paulo)

quinta-feira, 6 de março de 2008

Pesquisa com células-tronco fere o direito à vida, argumenta advogada

Segundo Renata da Rocha, direito brasileiro considera que a vida começa na concepção.
Dessa forma, não há como permitir estudos sem ferir a própria Constituição do país.

A pesquisa científica em células-tronco embrionárias humanas vem despontando, no limiar deste novo século, como a grande promessa da biomedicina. Nesse contexto, parte da ciência acredita que o procedimento será capaz de revolucionar a medicina convencional e de mudar a face da saúde humana.

A despeito dessa expectativa, cumpre considerar que se por um lado essas técnicas representam a esperança de cura para inúmeras enfermidades, por outro lado os riscos que o procedimento acarreta, tanto no que diz respeito à vida humana individualmente tutelada, quanto no que concerne ao ser humano enquanto espécie a ser preservada, não consubstanciam meras expectativas. Ao contrário, são reais e verificáveis, dentre os quais destacamos a destruição do embrião, a instrumentalização do ser humano e a alteração do patrimônio genético.

Com relação à destruição do embrião, a controvérsia que se estabelece é freqüentemente retratada como um conflito entre o progresso tecnocientífico e os sentimentos religiosos reacionários. Tentando evitar essa visão reducionista e esse discurso maniqueísta, cumpre-nos analisar a questão e os dilemas que ela suscita sob o ponto de vista jurídico. Isso porque no cerne da questão está a necessidade de determinar em que momento a vida humana tem seu início, e a partir de que momento ela adquire o status de um bem jurídico a ser tutelado, isto é, de um direito a ser respeitado.


Mera escolha?
Nesse sentido, com o intuito de afirmar a legitimidade dessas pesquisas, algumas teorias científicas relacionam, arbitrariamente, o início da vida humana à simples escolha de uma das fases que vão se impondo no decorrer do desenvolvimento embrionário. Desse modo, para uns a vida se inicia por volta da décima segunda semana de gestação, quando surgem os primeiros indícios de atividade cerebral. Para outros, somente após a nidação, que consiste na fixação do óvulo fecundado no útero materno, é que se poderia falar em vida. O ordenamento jurídico brasileiro, todavia - conforme consta do art. 2º do Código Civil - filia-se à teoria concepcionista.

Amparada pela embriologia, a área da biologia que estuda o desenvolvimento do embrião, a teoria concepcionista defende a tese de que, a partir da fusão das duas células germinativas (espermatozóide e óvulo), provenientes de organismos diferentes – masculino e feminino -, deve ser aceita a existência de um novo ser, sobretudo por ser ele dotado de um sistema único e completamente distinto daqueles que lhe deram origem.

A primeira célula desse novo ser recebe o nome de zigoto. O zigoto, embrião humano de uma só célula, possui uma identidade genética individual, perfeitamente distinguível dos demais. Cada embrião humano, desde o momento da concepção, já é geneticamente homem ou mulher e já contém todas as características pessoais de um ser humano adulto, tal como grupo sangüíneo, cor da pele, olhos etc., exceção feita no caso de gêmeos idênticos e de clones, por enquanto hipotéticos. O embrião é, pois, único e irrepetível.


Repetindo o óbvio
Assim, destacamos o posicionamento de alguns ilustres representantes da área médica como o professor de genética fundamental Jérôme Lejeune, pesquisador mundialmente reconhecido por seus estudos em genética humana e cientista responsável pela descoberta da causa da Síndrome de Down, que assinala:

“Não quero repetir o óbvio, mas na verdade a vida começa na fecundação. Quando os 23 cromossomos masculinos se encontram com os 23 cromossomos femininos, todos os dados genéticos que definem um novo ser humano já estão presentes. A fecundação é o marco da vida”.

Do mesmo modo, a geneticista Elaine S. Azevedo assevera: “É biologicamente inexistente e tecnicamente impossível promover a geração de um ser humano a partir de outro momento qualquer do desenvolvimento embrionário. O ponto inicial é a formação do zigoto; é o estágio unicelular. Por mais tecnicamente arrojadas que sejam as técnicas de fertilização in vitro, todas elas partem da fertilização, conforme o próprio nome indica. Essas evidências levam à conclusão de que a reprodução humana ou in vitro não oferece começos alternativos, toda ela se inicia com uma única célula. Conseqüentemente, o zigoto é vida humana em início”.

Portanto, se a ciência admite que há vida no embrião humano e a Constituição Federal consagra essa vida em seu artigo 5º como um direito fundamental, inviolável, imprescritível e inalienável, pressuposto e fundamento para o exercício de todos os demais direitos, do ponto de vista jurídico torna-se evidente que a Lei 11.105 de março de 2005, que autoriza o uso de células-tronco embrionárias humanas para fins de pesquisa e sobre a qual pesa uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, deve ter sua insconstitucionalidade declarada pelo Supremo Tribunal Federal.

Renata da Rocha é mestre em filosofia do direito e do Estado e especialista em direito contratual, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Atua nas áreas da teoria geral do direito, teoria geral do estado, bioética e biodireito. É professora-associada do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (IBDC) e autora do livro "O direito à vida e a pesquisa científica em células-tronco: limites éticos e jurídicos" (Editora Campus Jurídico)

(Globo.com)

Nota: Parabéns Renata pelo seu artigo. Caros cientistas... vamos arrumar outros meios para cura de doenças... ou será que esta cada vez mais difícil encontrar uma saída e continuar dizendo que a vida surgiu "por acaso", "Big-Bang" e não tendo outra escolha de criar uma vida vão querer brincar de DEUS e desrespeitar seu CRIADOR?. (RPC)

segunda-feira, 3 de março de 2008

De maioria católica, STF julga uso embriões nesta quarta-feira

Um plenário composto por ministros católicos decidirá a partir da próxima quarta-feira (5) o futuro no Brasil das pesquisas com células-tronco de embriões humanos, em uma sala que ostenta um grande crucifixo na parede. A tendência dos 11 ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) é liberá-las, apesar das pressões da Igreja Católica contra elas.

O julgamento será permeado por questões religiosas e argumentos emocionais, tanto por parte da igreja quanto da comunidade científica, que estão em lados opostos nessa batalha.

Os ministros foram indagados pela Folha sobre sua religião. Apenas um não se disse católico e outro desconversou. Em geral, eles afirmaram que a fé não irá interferir na decisão.

O relator da causa, Carlos Ayres Britto, disse que recebeu essa formação, mas se tornou "um holista" depois de ler sobre outras crenças. Outro, Cezar Peluso, evitou responder à pergunta: "Ainda não decidi".

Já Carlos Alberto Menezes Direito é católico militante. Faz parte da União dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro e já deu declaração pública contra a utilização de células-tronco em pesquisas, em 2001.

Processo

Eles irão julgar uma ação direta de inconstitucionalidade contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, de 2005, que permitiu a pesquisa com células-tronco de embriões fertilizados in vitro e descartados. Ela proíbe o comércio e exige que sejam usados embriões inviáveis ou descartados há pelo menos três anos e que isso seja autorizado pelo casal.

A ação foi movida pelo ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles (2003-2005), que chegou ao cargo com apoio de setores da Igreja Católica.

Um dos ministros favoráveis às pesquisas tem lamentado, reservadamente, a necessidade de eles tomarem a decisão em plena quaresma, período de 40 dias entre o carnaval e a Semana Santa em que os cristãos pregam penitência e oração. Em tom de brincadeira, ele diz que, dependendo do resultado, eles irão "para o inferno".

Não está descartado o adiamento da decisão por um eventual pedido de vista de algum dos 11 ministros. O motivo não seria religioso, mas objetivo: a complexidade do tema, que é "multidisciplinar", segundo o relator, Ayres Britto.

Vida

O julgamento ocorrerá no ano em que a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) promove a campanha "Fraternidade e Defesa da Vida", sob o lema "Escolhe, pois, a vida" --uma pregação contra o aborto e, por tabela, segundo a lógica dos católicos, contra a pesquisa com embriões. A decisão será tomada em um plenário que ostenta na parede um crucifixo, polêmica tradição em órgãos públicos, dado que o Estado brasileiro é laico.

O debate será contaminado por argumentos emocionais disfarçados de teses jurídicas. A igreja diz que a Constituição garante a inviolabilidade do direito à vida e a dignidade da pessoa humana e parte do princípio de que esses direitos são extensivos ao embrião, porque a vida começaria na concepção.

Para se contrapor a essa tese, a comunidade científica afirma que milhões de pessoas portadoras de doenças diversas dependem da pesquisa com células-tronco para a cura e que as células de embriões são mais promissoras que as adultas (às quais os religiosos não objetam), já que, diferentemente destas, têm a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo de tecido no organismo. Para eles, os ministros deveriam se preocupar com a vida dessas pessoas, não a de embriões já descartados para a reprodução.

Na quinta-feira, a geneticista Mayana Zatz mostrou aos ministros Eros Grau e Ricardo Lewandowski a vareta de congelamento de embriões. "Um fiozinho desses congela dezenas de embriões. Não podemos comparar células a pessoas."

A CNBB atua como parte interessada na causa e distribuiu aos ministros memoriais com a sua linha de argumentação.

Do outro lado, estão quatro organizações não-governamentais: Movimento em Prol da Vida, Conectas Direitos Humanos e Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.

O julgamento poderá se estender até quinta-feira (6). Embora a maioria dos ministros esteja inclinada a votar a favor das pesquisas, a outra corrente terá dois fortes debatedores --Menezes Direito e Cezar Peluso. Por isso, na última hora, poderá atrair o apoio de indecisos.

Folha OnLine

Nota: "O que surpreende é um assunto tão sério ser apresentado dessa forma. Muitos não sabem exatamente o que são células-tronco adultas e embrionárias. Políticos ou até mesmo profissionais da saúde nem sempre manifestam conhecimento sobre o assunto e a opinião pública não consegue ter elementos suficientes para análise",

"O resultado seria outro se a pergunta fosse "embriões humanos devem ser mortos para servir para pesquisa sabendo que mesmo congelados há nove e até 13 anos se desenvolveram como crianças normais?'"

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), defendeu hoje que o STF (Supremo Tribunal Federal) decida nesta semana pela liberação do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas.

Aprendemos que a fecundação (fertilização ou concepção) ocorre com a fusão ou encontro dos gametas feminino (óvulo) e masculino (espermatozóide), acarretando na constituição de uma nova célula, o ovo ou zigoto, que carrega características da mãe (óvulo) e do pai (espermatozóide).

Inicia-se, então, um processo de divisões do zigoto em 2 células, 4 células, depois 8 células e assim sucessivamente, é o começo da formação do novo ser... É o milagre da reprodução!

"Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia". Salmos 139:16

Que os ministros sejam iluminados à votar contra à manipulação de embriões! e que Deus continue nos abençoando.

sábado, 1 de março de 2008

Etiqueta inteligente

Pesquisadores do Parque de Tecnologia de São Carlos, no interior de São Paulo, apresentaram, nesta quarta, uma novidade tecnológica que deve chegar ao comércio nos próximos anos: a etiqueta inteligente. Ele mal completou 40 anos e já está quase se aposentando. O código de barras já não atende mais às necessidades do consumidor. "Só dá a descrição do produto e de preço. Essa é a informação que ele traz direto para o consumidor", explicou o gerente de supermercado Adauto Antônio Alves.

A substituta é a etiqueta inteligente, um micro-chip quase invisível com capacidade de armazenar o mesmo de informação que um aparelho de mp3. Ela indica, por exemplo, a origem do produto.

Com o número de série, a pessoa entra no sistema do fornecedor. Remédios falsificados também vão ser descobertos com uma consulta rápida pela internet. O consumidor vai saber até de que boi saiu o bife que está no prato.

A vida do consumidor também vai ficar mais fácil e prática. Hoje, na hora de pagar, ele precisa passar produto por produto e isso, às vezes, demora muito. Com o novo sistema, é só passar com o carrinho, sem retirar a mercadoria, que a máquina registra o valor total e debita na conta bancária do cliente, que já está cadastrado no supermercado. ...

O sistema é o mesmo do "Sem parar" usado em pedágios. Antenas captam os sinais emitidos pelo micro-chip e as informações são lidas por um programa desenvolvido por uma empresa de São Carlos, no interior de São Paulo. Com o sistema, ficção científica não fica tão longe da realidade.

"De repente, eu compro um sanduíche numa máquina e aí recebo uma ligação no meu celular me avisando para não comer esse sanduíche, porque já venceu a validade do sanduíche. Como isso foi possível? O meu celular leu uma etiqueta de rádio-freqüência que estava no sanduíche e detectou que o sanduíche já estava com a validade expirada", contou Fredy João Valente, inventor da etiqueta.

(Jornal Nacional)


Nota: O fato é que, aos poucos, vão sendo criadas condições de um monitoramento total das pessoas e isso é compatível com o cenário profético pintado pelo Apocalipse. Impedir as pessoas de comprar e vender será bastante fácil com essas novas tecnologias.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Histórias da Bíblia serão contadas via celular nas Filipinas

Uma versão digitalizada do Novo Testamento em mangá, o estilo japonês de fazer histórias em quadrinhos, será transmitida via celular nas Filipinas. A Conferência Episcopal das Filipinas vai divulgar a Bíblia através de celulares, usando frases e breves desenhos animados com histórias do Novo Testamento em forma de mangá, muito popular entre os jovens do país.

O projeto foi realizado pela comissão episcopal para o apostolado bíblico, encarregada da divulgação do Livro Sagrado, visando uma difusão maior da mensagem cristã para o público mais jovem. "É um jeito de estar perto das novas gerações e do seu modo de comunicar, transmitindo a mensagem do evangelho, de uma maneira divertida, mesmo para quem não pode ir à igreja", comentou o secretário da comissão, padre Oscar Alunday.

O clero filipino decidiu usar novos métodos de evangelização ao examinar as estatísticas sobre o conhecimento da Bíblia no país.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2006 pela Sociedade Bíblica nacional, 60% da população filipina não lê a Bíblia, o catolicismo é a religião principal. Dos 90 milhões de habitantes, 80% se dizem católicos.

A ativação do serviço será feita por meio de uma mensagem de texto gratuita, O custo é de 8 centavos de euro e cada mensagem contém um texto, além de uma animação para os celulares que podem receber vídeos.

Na Inglaterra, a história de Jesus Cristo apresentado como um super-herói em quadrinhos, está conquistando o público jovem. Manga Bible, lançado no ano passado, vendeu 30 mil cópias e foi definido como "brilhante e inteligente" (será??) pelo arcebispo de Canterbury, Rowan William.

O autor dos quadrinhos é Ajinbayo Akinsiku, 42 anos, conhecido como Siku. Nos desenhos, Siku usa cores fortes e cenas de ação, em que Jesus Cristo aparece como um super-herói solitário e estrangeiro. Tem cabelos compridos e veste uma túnica esvoaçante e às vezes aparece sombrio e até assustador...

O responsável pelo setor que se ocupa das comunicações sociais da Santa Sé, admitiu que não tem conhecimento destas duas iniciativas, mas considerou que elas podem ter um efeito positivo na divulgação da fé cristã.

"Não vejo problemas em usar os meios de hoje para transmitir aos jovens conteúdos fundamentais, é positivo. Isso não quer dizer que tudo o que se faz seja ótimo porque há perigo de banalização da mensagem", alertou o arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Pontificio Conselho para as Comunicações Sociais.


(Terra Notícias)

Nota: Transmitir textos com ilustrações pelo celular, desde que mantendo a originalidade do relato, se mostra como mais uma forma de aproximar o Evangelho das pessoas, principalmente dos Jovens. A questão dos quadrinhos retratando Jesus como um super-heroi está um passo totalmente equivocado e terá uma imagem totalmente diferente de Seus originalidade e ensinamentos...atentem Jovens....(RPC)
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