Mostrando postagens com marcador Poluição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poluição. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de junho de 2008

China proíbe sacolas plásticas de graça em supermercados

Consumidores passaram a levar suas próprias bolsas para não pagar por sacola.Segundo o governo, medida foi tomada para reduzir a poluição ambiental.





Nota.: Bem que essa moda poderia chegar aqui no Brasil...

Deixe seu comentário !!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Meio ambiente

Poluição em São Paulo



Para diminuir a emissão de CO2, um dos principais causadores do efeito estufa e resultante pricipalmente da queima de combustíveis fósseis, nós precisamos:

Diminuir o uso do veículo particular e fazê-lo de forma eficiente.
Não viajar só. Organizar traslados em grupos ou em transporte coletivo.
Calibrar satisfatoriamente os pneus, economizando combustível e fazendo com que o motor não o queime desnecessariamente.
Revisar a emissão de gases dos nossos veículos.
Não acelerar quando o veículo não estiver em movimento.
Reduzir o uso do ar-condicionado, pois este eleva o consumo de combustível.
Diminuir a velocidade e nunca ultrapassar 110 km/h, pois acima dessa velocidade há um excessivo consumo de combustível.
Nunca sobrecarreguar o veículo: quanto maior o peso, maior o consumo de combustível.
Optar pela bicicleta sempre que possível.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Papel ou plástico?

Acho que esse é um ótimo exemplo de como ações individuais podem ser mais efetivas que aquelas realizadas por governos ou corporações.

Enquanto no Brasil as sacolinhas de plástico aindam reinam soberanas nos supermercados, nos EUA e na Europa elas já são vistas com maus olhos. Por pressão dos ambientalistas, da população e até do governo, supermercados vêm procurando alternativas para oferecer aos clientes, como sacolinhas biodegradáveis, cobradas à parte ou então, de papel.

Porém, ao contrário do mito popular, sacolas de papel são menos sustentáveis do que as de plástico, pois consomem mais energia em sua produção e são mais pesadas (o que encarece o transporte). Sua única vantagem é o fato de que o papel pode ser usado na compostagem, ao contrário do plástico.

Isso nos leva à questão que levantei no post: a solução para o problema das sacolinhas plásticas não vai vir “de cima”, e sim, de dentro da consciência de cada um. Leve a sua sacola retornável para o supermercado, coloque as compras na mochila ou numa mala, tenha sempre uma sacola extra no porta-malas. Essa sim é a única embalagem “verde” que existe.

O que tem se feito ao redor do mundo:

Exemplos que o Brasil deveria seguir:

Estados Unidos – A cada ano, o país utiliza cem bilhões de sacolas plásticas. Em San Francisco (Califórnia), foram substituídas pelas de papel reciclado. Outra saída encontrada foi usar goma de milho e de batata como matéria-prima para fabricar a embalagem.

Bangladesh – Por favorecer entupimentos em redes de drenagem pluvial, a sacola plástica foi proibida. A medida contempla a fabricação, comercialização e uso.

Irlanda – O governo criou imposto específico para inibir o uso. Com a medida obteve redução de 90%. O recurso arrecadado é destinado às ações de proteção ambiental.

Taiwan – Lojas são proibidas de oferecer sacolas grátis para o cliente, fregueses, sob pena de multa.

África do Sul – Governo proibiu o uso e redigiu penas de multa e prisão.

Índia – Para impedir a ingestão e morte de vacas (animal sagrado), alguns Estados proibiram a produção, estoque, uso, venda e distribuição. Há prisão e multa para o infrator.

Europa - Em muitos países como na França, as sacolas são cobradas à parte, e é muito comum ver as pessoas levando malas de rodinhas para o supermercado.

Austrália - Apesar de serem distribuídas gratuitamente, os supermercados fazem campanhas de conscientização entre seus clientes.

E você oque acha disso?? Deixe sua opinião.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Milhares de peixes agonizam no Gravataí

Mortandade é conseqüência da poluição e da falta de oxigenação nas margens do rio.

Canoas - A grande quantidade de esgoto depositado in natura no rio Gravataí está tornando a sobrevivência de milhões de peixes praticamente impossível. Na manhã desta terla, a falta de oxigenação da água causou a mortandade de espécies como lambaris, brancas, birus e tilápias, as mais sensíveis, e cascudos, pintados e jundiás, que, após a chuva do final de semana, migraram para as margens do rio. "Mais uma vez, a poluição deixa a vida no Gravataí ameaçada. Já contabilizamos a morte de milhares de peixes. Se a própria ação da natureza não mudar as correntes dos ventos ou trazer novas chuvas, prevemos uma tragédia maior que a mortandade no rio dos Sinos", anuncia o presidente da ONG Associação de Pesquisa e Técnicas Ambientais (Apta), Clóvis Braga.

Segundo o ambientalista, durante o verão - em função do calor - a situação do rio piora pela falta de chuvas. "Neste período, o oxigênio das água atinge nível zero porque o esgoto se concentra nas margens. A chuva do último domingo trouxe vida ao rio (aumentando o nível de oxigênio). Isso fez com que os peixes subissem o Delta do Jacuí em direção à cabeceira, no ponto de confluência entre a ponte de Cachoeirinha e o arroio das Garças", explica Braga. Em função do vento leste, as águas neste trecho de cinco quilômetros baixaram para o nível normal na madrugada de terça-feira.

Por volta das 10 horas, uma equipe da Fepam se dirigiu até o arroio das Garças, no bairro Rio Branco, para avaliar a situação. No local, técnicos ambientais coletaram amostras de água e peixes para investigar o motivo da mortandade. O trabalho teve continuidade à tarde. Dois amostradores da Fepam mediram os níveis de oxigênio e coletaram peixes em cinco locais do rio, no trecho de cinco quilômetros entre a ponte da BR-116, em Canoas, e da BR-290, em Cachoeirinha. A medição foi acompanhada por técnicos do Serviço de Emergência Ambiental da Fepam, em lancha cedida pela Apta.

(ZipTop)

segunda-feira, 24 de março de 2008

'Mancha' de lixo põe em risco a fauna no Pacífico

Um volume de lixo plástico com duas vezes o tamanho dos Estados Unidos - e cerca de 100 milhões de toneladas - está flutuando no Oceano Pácífico, colocando em risco a fauna marinha.

Apelidado de "sopa de plástico", o lixo é composto em grande parte dos chamado material pet, muito usado na fabricação de garrafas. Translúcida, a "mancha" flutua rente à linha das águas, e por isso, é imperceptível aos satélites. Os pesquisadores descrevem que os detritos estão agrupados numa espécie de redemoinho que começa a cerca de 900 quilômetros da costa da Califórnia (EUA). A "sopa" passa pelo Havaí, e se estende até quase o Japão.

Dois fatores contribuem para formação do problema: a ação humana e a própria natureza. Segundo os pesquisadores, um quinto dos resíduos é jogado de navios ou plataformas petrolíferas. O restante vem da terra. No mar, o lixo flutuante é agrupado por influência das correntes marítimas e fica vagando dos dois lados do arquipélago havaiano.

Habitat marinho - Segundo o oceanógrafo David Karl, da Universidade do Havaí, é necessário fazer mais estudos para se determinar com exatidão o tamanho e a origem da "sopa de plástico". O professor pretende coordenar uma expedição para estudar o problema ainda neste ano, pois acredita que o lixo flutuante já formou um novo habitat marinho.

De acordo com o Programa Ambiental das Nações Unidas, detritos de plástico constituem 90% de todo o lixo flutuante nos oceanos. O programas estimada que 46.000 peças de plástico flutuantes provocam a morte de mais de um milhão de aves e de outros 100.000 mamíferos marinhos por ano. Seringas, isqueiros e escovas já foram encontrados nos estômagos de animais marinhos mortos.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...